Eduardo Cunha afirma que ascensão de Bolsonaro dependeu do impeachment de Dilma
Ex-presidente da Câmara destaca o papel decisivo do impeachment de 2016 para o fortalecimento da direita e a vitória de Bolsonaro em 2018.
O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, declarou em entrevista nesta terça-feira (14) que a chegada de Jair Bolsonaro à Presidência da República teria sido impossível sem o processo de impeachment de Dilma Rousseff. Cunha, que conduziu o rito de afastamento da petista em 2016, reivindicou a responsabilidade pelo fortalecimento do campo conservador no Brasil.
Para o ex-parlamentar, o movimento liderado por ele foi o divisor de águas necessário para quebrar a hegemonia da esquerda e abrir caminho para novas lideranças de direita. De acordo com sua análise, o vácuo de poder gerado pela queda do PT permitiu que Bolsonaro consolidasse sua imagem como o principal nome da oposição, culminando na vitória eleitoral de 2018.
Cunha reforçou que o impeachment foi um ato legítimo e que respondeu a um clamor popular pela moralidade na política brasileira. As afirmações reacendem o debate sobre os bastidores da crise política de 2016 e o papel estratégico desempenhado pelas lideranças conservadoras da época para a reconfiguração do cenário nacional nos anos seguintes.
Para o ex-parlamentar, o movimento liderado por ele foi o divisor de águas necessário para quebrar a hegemonia da esquerda e abrir caminho para novas lideranças de direita. De acordo com sua análise, o vácuo de poder gerado pela queda do PT permitiu que Bolsonaro consolidasse sua imagem como o principal nome da oposição, culminando na vitória eleitoral de 2018.
Cunha reforçou que o impeachment foi um ato legítimo e que respondeu a um clamor popular pela moralidade na política brasileira. As afirmações reacendem o debate sobre os bastidores da crise política de 2016 e o papel estratégico desempenhado pelas lideranças conservadoras da época para a reconfiguração do cenário nacional nos anos seguintes.
Marcadores: Brasil, Política, Direita, Jair Bolsonaro, Eduardo Cunha
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