Ex-Presidente do BRB Acusado de Falsificação para Encobrir Fraude Milionária
Paulo Henrique Costa, detido na Operação Falsário, é investigado por suposto uso de documentos adulterados para validar negócios ilícitos com o Banco Master.
Paulo Henrique Costa, ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), foi formalmente acusado de utilizar documentos falsificados para fortalecer sua defesa, mesmo após ter sido aconselhado a firmar um acordo de delação premiada com a Polícia Federal (PF). Costa, detido na última quinta-feira (16), é alvo de investigações por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, em um esquema complexo que o associa a Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master.
As investigações apontam que Costa teria recebido propina e articulado para acelerar a aquisição de carteiras do Banco Master pelo BRB, flexibilizando procedimentos internos e exercendo pressão por celeridade, mesmo ciente de inconsistências nas carteiras. O pagamento de vantagens indevidas, segundo a PF, teria se concretizado por meio da transferência de seis imóveis de alto padrão em São Paulo e Brasília, avaliados em expressivos R$ 146,5 milhões.
A PF e o Banco Central identificaram indícios de adulteração em relatórios, contratos, extratos e procurações, criados para dar uma falsa aparência de legalidade a ativos sem lastro. Tais práticas incluem ajustes manuais, documentos antedatados e contratos produzidos em série, evidenciando uma sofisticada tentativa de acobertar as irregularidades. A defesa de Costa, contudo, reitera sua inocência, alegando que todas as operações do BRB seguiram os trâmites adequados e foram regulares.
As investigações apontam que Costa teria recebido propina e articulado para acelerar a aquisição de carteiras do Banco Master pelo BRB, flexibilizando procedimentos internos e exercendo pressão por celeridade, mesmo ciente de inconsistências nas carteiras. O pagamento de vantagens indevidas, segundo a PF, teria se concretizado por meio da transferência de seis imóveis de alto padrão em São Paulo e Brasília, avaliados em expressivos R$ 146,5 milhões.
A PF e o Banco Central identificaram indícios de adulteração em relatórios, contratos, extratos e procurações, criados para dar uma falsa aparência de legalidade a ativos sem lastro. Tais práticas incluem ajustes manuais, documentos antedatados e contratos produzidos em série, evidenciando uma sofisticada tentativa de acobertar as irregularidades. A defesa de Costa, contudo, reitera sua inocência, alegando que todas as operações do BRB seguiram os trâmites adequados e foram regulares.
Marcadores: Corrupção, Bancos, Fraude, Polícia, Brasil
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