Falhas logísticas forçam reabertura de votação presidencial no Peru
Problemas técnicos impediram milhares de eleitores de votar no domingo; resultado oficial deve ser divulgado apenas na segunda-feira.
A eleição presidencial no Peru enfrenta um cenário de incerteza após graves falhas logísticas interromperem o fluxo de votação neste domingo (12). As autoridades eleitorais peruanas anunciaram a reabertura das urnas nesta segunda-feira (13) para garantir o direito ao voto de mais de 63 mil cidadãos em Lima e em comunidades no exterior, como nos Estados Unidos, que foram prejudicados pela desorganização no processo.
Com um recorde de 35 candidatos na disputa, o pleito reflete o profundo descontentamento da população com a classe política tradicional, marcada por sucessivos escândalos de corrupção e pela crise de segurança pública. Entre os favoritos, destacam-se figuras de espectros conservadores que prometem medidas drásticas contra a criminalidade, incluindo o restabelecimento da pena de morte para crimes graves e a construção de unidades prisionais de segurança máxima.
Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de mais de 50% dos votos válidos, marca considerada improvável devido à fragmentação extrema do eleitorado. Observadores internacionais acompanham de perto a apuração suplementar, que também definirá a nova composição do Congresso bicameral, peça fundamental para a governabilidade em um país que atravessa anos de severa instabilidade institucional.
Com um recorde de 35 candidatos na disputa, o pleito reflete o profundo descontentamento da população com a classe política tradicional, marcada por sucessivos escândalos de corrupção e pela crise de segurança pública. Entre os favoritos, destacam-se figuras de espectros conservadores que prometem medidas drásticas contra a criminalidade, incluindo o restabelecimento da pena de morte para crimes graves e a construção de unidades prisionais de segurança máxima.
Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de mais de 50% dos votos válidos, marca considerada improvável devido à fragmentação extrema do eleitorado. Observadores internacionais acompanham de perto a apuração suplementar, que também definirá a nova composição do Congresso bicameral, peça fundamental para a governabilidade em um país que atravessa anos de severa instabilidade institucional.
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