FMI faz alerta sombrio e projeta que preços globais de energia não devem cair tão cedo
Diretora-gerente Kristalina Georgieva aponta danos estruturais e gargalos na oferta como entraves para redução dos custos em 2026.
A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, afirmou neste domingo (12) que o cenário para os preços de energia permanece desafiador e sem perspectivas de alívio imediato. Segundo a dirigente, a combinação de infraestruturas danificadas por conflitos e gargalos persistentes na oferta global impedem uma queda rápida nos custos de eletricidade e combustíveis.
O alerta do FMI acompanha uma revisão negativa nas projeções de crescimento econômico para o ano de 2026. Georgieva destacou que a volatilidade nos mercados de commodities, impulsionada por tensões geopolíticas como as do Oriente Médio, cria um ambiente de incerteza que freia investimentos e pressiona a inflação em diversas economias ao redor do mundo.
Para os países emergentes, o diagnóstico é de atenção redobrada. O FMI sugere que governos mantenham políticas fiscais prudentes e busquem alternativas para diversificar a matriz energética, visando mitigar a dependência de fontes sujeitas a oscilações bruscas de preço em decorrência de crises internacionais e falhas na cadeia produtiva global.
O alerta do FMI acompanha uma revisão negativa nas projeções de crescimento econômico para o ano de 2026. Georgieva destacou que a volatilidade nos mercados de commodities, impulsionada por tensões geopolíticas como as do Oriente Médio, cria um ambiente de incerteza que freia investimentos e pressiona a inflação em diversas economias ao redor do mundo.
Para os países emergentes, o diagnóstico é de atenção redobrada. O FMI sugere que governos mantenham políticas fiscais prudentes e busquem alternativas para diversificar a matriz energética, visando mitigar a dependência de fontes sujeitas a oscilações bruscas de preço em decorrência de crises internacionais e falhas na cadeia produtiva global.
Marcadores: Mundo, Economia, Finanças, FMI
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