Governo Lula triplica gastos com influenciadores em relação à gestão Bolsonaro
Desde 2025, o Palácio do Planalto desembolsou R$ 2 milhões para contratar artistas e produtores de conteúdo para campanhas oficiais.
O governo federal, sob o comando do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, elevou drasticamente os gastos com a contratação de influenciadores digitais e artistas. De acordo com levantamentos realizados nesta data, o montante destinado a essas figuras públicas chegou a R$ 2 milhões desde o início de 2025. Esse valor é três vezes superior ao investido pela gestão anterior de Jair Bolsonaro em um período de três anos, evidenciando uma mudança radical na estratégia de comunicação da atual administração.
Entre os maiores pagamentos efetuados pela Secretaria de Comunicação Social (Secom) estão cachês para atrizes consagradas e carnavalescos, com valores que ultrapassam a marca de R$ 400 mil para ações isoladas de programas como o 'Celular Seguro'. Além de artistas, ao menos 55 produtores de conteúdo digital foram remunerados para difundir pautas governamentais em suas redes sociais, com pagamentos variando entre R$ 1 mil e R$ 125 mil.
A estratégia é gerida por Sidônio Palmeira e tem priorizado plataformas digitais, para as quais foi direcionado mais de 30% da verba publicitária total do governo. Críticos apontam que a ampliação desses gastos contrasta com promessas anteriores de que não haveria uso de 'influenciadores pagos'. Além disso, o governo também firmou parcerias milionárias com redes sociais para a veiculação de campanhas que mimetizam formatos de entretenimento popular para atrair o engajamento do público jovem.
Entre os maiores pagamentos efetuados pela Secretaria de Comunicação Social (Secom) estão cachês para atrizes consagradas e carnavalescos, com valores que ultrapassam a marca de R$ 400 mil para ações isoladas de programas como o 'Celular Seguro'. Além de artistas, ao menos 55 produtores de conteúdo digital foram remunerados para difundir pautas governamentais em suas redes sociais, com pagamentos variando entre R$ 1 mil e R$ 125 mil.
A estratégia é gerida por Sidônio Palmeira e tem priorizado plataformas digitais, para as quais foi direcionado mais de 30% da verba publicitária total do governo. Críticos apontam que a ampliação desses gastos contrasta com promessas anteriores de que não haveria uso de 'influenciadores pagos'. Além disso, o governo também firmou parcerias milionárias com redes sociais para a veiculação de campanhas que mimetizam formatos de entretenimento popular para atrair o engajamento do público jovem.
Marcadores: Brasil, Política, Lula, Secom, Propaganda
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