GWM inicia produção do Haval H6 2026 no Brasil e revoluciona mercado de híbridos
Montadora chinesa ativou linha de montagem em Iracemápolis e projeta fabricar 30 mil veículos anuais, impulsionando a indústria nacional.
O setor automotivo brasileiro celebra um marco histórico nesta sexta-feira (10) com o início oficial da produção do GWM Haval H6 na fábrica de Iracemápolis, em São Paulo. A Great Wall Motor (GWM) consolidou o processo de nacionalização de seu SUV campeão de vendas, que agora sai da linha de montagem paulista com especificações técnicas ajustadas exclusivamente para o mercado local e foco em tecnologia híbrida plug-in.
A unidade produtiva, que anteriormente pertencia à Mercedes-Benz, foi totalmente modernizada com robótica de ponta para operar inicialmente em regime SKD, evoluindo para a fabricação completa de componentes ao longo de 2026. A meta agressiva da montadora é atingir a marca de 30 mil veículos produzidos por ano, gerando mais de mil empregos diretos e fortalecendo o polo industrial do interior de São Paulo. O modelo 2026 nacional traz atualizações no sistema de infoentretenimento e suspensão recalibrada para as rodovias brasileiras.
Especialistas apontam que a nacionalização deve garantir maior estabilidade nos preços e agilidade no fornecimento de peças, desafiando a hegemonia das marcas tradicionais no segmento de luxo e eficiência energética. Com a ativação do segundo turno de produção previsto para os próximos meses, a GWM planeja transformar o Brasil em sua base exportadora para o restante da América do Sul, reforçando a retomada do crescimento da indústria manufatureira no país.
A unidade produtiva, que anteriormente pertencia à Mercedes-Benz, foi totalmente modernizada com robótica de ponta para operar inicialmente em regime SKD, evoluindo para a fabricação completa de componentes ao longo de 2026. A meta agressiva da montadora é atingir a marca de 30 mil veículos produzidos por ano, gerando mais de mil empregos diretos e fortalecendo o polo industrial do interior de São Paulo. O modelo 2026 nacional traz atualizações no sistema de infoentretenimento e suspensão recalibrada para as rodovias brasileiras.
Especialistas apontam que a nacionalização deve garantir maior estabilidade nos preços e agilidade no fornecimento de peças, desafiando a hegemonia das marcas tradicionais no segmento de luxo e eficiência energética. Com a ativação do segundo turno de produção previsto para os próximos meses, a GWM planeja transformar o Brasil em sua base exportadora para o restante da América do Sul, reforçando a retomada do crescimento da indústria manufatureira no país.
Marcadores: Carros, Economia, Tecnologia, Indústria, Automóveis
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