Lula convoca centrais sindicais para pressionar Congresso pelo fim da escala 6x1
Governo defende projeto de redução da jornada para 40 horas e pede que trabalhadores façam 'pressão sagrada' sobre parlamentares.
O mandatário Luiz Inácio Lula da Silva promoveu um encontro com cúpulas sindicais nesta quarta-feira (15), no Palácio do Planalto, em uma tentativa de articular apoio político para o fim da escala de trabalho 6x1. Durante a reunião, que sucedeu a "marcha da classe trabalhadora" em Brasília, o presidente instou os líderes sindicais a exercerem o que chamou de "responsabilidade sagrada" de pressionar o Congresso Nacional para a aprovação da redução da jornada para no máximo 40 horas semanais.
A medida, que enfrenta resistências de setores produtivos preocupados com o aumento de custos e a perda de competitividade, é um dos pilares da atual agenda do Executivo. Lula enfatizou que o período é desafiador e que o governo depende da mobilização nas ruas para dobrar o Legislativo. O projeto foi inspirado no movimento "Vida Além do Trabalho", criado pelo ativista Rick Azevedo, a quem o presidente rendeu homenagens públicas durante o evento.
Além da pauta da jornada, os sindicatos entregaram uma lista com 68 reivindicações que devem nortear as negociações com o governo nos próximos cinco anos. O discurso presidencial também foi marcado por críticas severas às reformas trabalhista e previdenciária de governos passados, classificadas por ele como retrocessos. Especialistas alertam que a mudança radical na escala de trabalho sem estudos profundos de impacto econômico pode gerar insegurança jurídica e inflação no setor de serviços.
A medida, que enfrenta resistências de setores produtivos preocupados com o aumento de custos e a perda de competitividade, é um dos pilares da atual agenda do Executivo. Lula enfatizou que o período é desafiador e que o governo depende da mobilização nas ruas para dobrar o Legislativo. O projeto foi inspirado no movimento "Vida Além do Trabalho", criado pelo ativista Rick Azevedo, a quem o presidente rendeu homenagens públicas durante o evento.
Além da pauta da jornada, os sindicatos entregaram uma lista com 68 reivindicações que devem nortear as negociações com o governo nos próximos cinco anos. O discurso presidencial também foi marcado por críticas severas às reformas trabalhista e previdenciária de governos passados, classificadas por ele como retrocessos. Especialistas alertam que a mudança radical na escala de trabalho sem estudos profundos de impacto econômico pode gerar insegurança jurídica e inflação no setor de serviços.
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