Maria Corina Machado promete retorno à Venezuela e cobra prioridade para eleições livres
Líder opositora e vencedora do Nobel da Paz afirma que sociedade está pronta para transição democrática contra a tirania.
A líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, anunciou neste domingo que planeja retornar ao país em breve para liderar um movimento por eleições transparentes e democráticas. Em pronunciamento por videoconferência para a coalizão Plataforma Unitária Democrática (PUD), a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2025 reforçou a necessidade de desmontar as estruturas do regime chavista para garantir um futuro próspero à nação.
Machado enfatizou que a prioridade absoluta da oposição nas negociações internacionais deve ser o estabelecimento de um cronograma eleitoral justo. Ela defende que somente um governo legítimo poderá atrair os investimentos necessários para recuperar a economia venezuelana e restaurar o Estado de Direito. Atualmente, a líder opositora vive em local não revelado no exterior por razões de segurança, após um período na clandestinidade.
O plano apresentado pela oposição venezuelana prevê três etapas cruciais: a estabilização das instituições, a recuperação econômica vinculada à reconciliação nacional e, finalmente, a convocação de pleitos livres. A iniciativa ocorre em um contexto de pressão contínua sobre Nicolás Maduro, cujos resultados eleitorais de 2024 foram amplamente contestados pela comunidade internacional após a oposição apresentar atas que comprovariam a vitória de Edmundo González.
Machado enfatizou que a prioridade absoluta da oposição nas negociações internacionais deve ser o estabelecimento de um cronograma eleitoral justo. Ela defende que somente um governo legítimo poderá atrair os investimentos necessários para recuperar a economia venezuelana e restaurar o Estado de Direito. Atualmente, a líder opositora vive em local não revelado no exterior por razões de segurança, após um período na clandestinidade.
O plano apresentado pela oposição venezuelana prevê três etapas cruciais: a estabilização das instituições, a recuperação econômica vinculada à reconciliação nacional e, finalmente, a convocação de pleitos livres. A iniciativa ocorre em um contexto de pressão contínua sobre Nicolás Maduro, cujos resultados eleitorais de 2024 foram amplamente contestados pela comunidade internacional após a oposição apresentar atas que comprovariam a vitória de Edmundo González.
Marcadores: Mundo, Venezuela, Política, Maria Corina Machado, Democracia
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