Megaoperação no Rio de Janeiro asfixia finanças de milícia na Zona Oeste
Ação conjunta da Polícia Civil e forças de segurança resulta em prisões e apreensão de arsenal de guerra em reduto criminoso.
Uma ofensiva de larga escala conduzida pela Polícia Civil do Rio de Janeiro nesta sexta-feira, 10 de abril de 2026, atingiu em cheio a estrutura financeira e logística de um dos principais grupos milicianos que atuam na Zona Oeste da capital fluminense. A operação, batizada de 'Ordem e Resgate', mobilizou centenas de agentes e blindados para cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão em áreas conflagradas.
Durante as incursões, as forças de segurança conseguiram desarticular empresas de fachada utilizadas para a lavagem de dinheiro proveniente da extorsão de moradores e comerciantes. O foco da inteligência policial foi o monitoramento de contas bancárias e propriedades de luxo ligadas ao alto escalão da organização criminosa, evidenciando o esforço do Estado em recuperar o controle territorial através do estrangulamento econômico do crime organizado.
Além das prisões, as autoridades apreenderam fuzis, granadas e fardamentos camuflados, materiais frequentemente usados em confrontos contra facções rivais e forças do Estado. O secretário de Segurança Pública reiterou que a tolerância é zero para grupos paraestatais e que as operações continuarão de forma ininterrupta até que a ordem seja plenamente restabelecida nas comunidades afetadas pela violência.
Durante as incursões, as forças de segurança conseguiram desarticular empresas de fachada utilizadas para a lavagem de dinheiro proveniente da extorsão de moradores e comerciantes. O foco da inteligência policial foi o monitoramento de contas bancárias e propriedades de luxo ligadas ao alto escalão da organização criminosa, evidenciando o esforço do Estado em recuperar o controle territorial através do estrangulamento econômico do crime organizado.
Além das prisões, as autoridades apreenderam fuzis, granadas e fardamentos camuflados, materiais frequentemente usados em confrontos contra facções rivais e forças do Estado. O secretário de Segurança Pública reiterou que a tolerância é zero para grupos paraestatais e que as operações continuarão de forma ininterrupta até que a ordem seja plenamente restabelecida nas comunidades afetadas pela violência.
Marcadores: Polícia, Violência, Rio de Janeiro, Segurança Pública, Justiça
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