Vítimas relatam deformações e paralisia facial após intervenções com dentista no interior paulista
Pacientes recorreram à Polícia Civil alegando sequelas severas, incluindo infecções graves e cirurgias realizadas sem autorização prévia.
Um caso alarmante de suposta imperícia profissional chocou a cidade de Ribeirão Preto (SP). Pacientes procuraram as autoridades policiais para formalizar graves denúncias contra a cirurgiã dentista Priscilla Janaína Bovo. As acusações envolvem sequelas severas após intervenções estéticas, como paralisia, colapso facial e infecções generalizadas que exigiram internações de emergência.
Um dos casos mais drásticos é o do projetista Evandro Sabatski. Submetido a um procedimento facial no final de 2025, ele apresentou um quadro infeccioso grave poucos dias depois. Durante uma cirurgia de correção emergencial em outro hospital, os médicos constataram que uma bichectomia — retirada de gordura das bochechas — havia sido realizada sem o seu conhecimento ou consentimento. "Meu rosto entrou em colapso, parecia que eu tinha sofrido um derrame", desabafou o paciente em depoimento oficial.
A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo confirmou que a Polícia Civil instaurou inquérito para apurar rigorosamente os fatos. Outras vítimas, incluindo uma mulher que alega ter ficado com o rosto paralisado após a remoção de pequenos nódulos, devem prestar depoimentos nos próximos dias. A defesa da dentista minimizou a situação, afirmando que a profissional atua há quase três décadas sem histórico de infrações. O Conselho Regional de Odontologia de São Paulo acompanha a situação sob absoluto sigilo para apurar desvios de conduta ética.
Um dos casos mais drásticos é o do projetista Evandro Sabatski. Submetido a um procedimento facial no final de 2025, ele apresentou um quadro infeccioso grave poucos dias depois. Durante uma cirurgia de correção emergencial em outro hospital, os médicos constataram que uma bichectomia — retirada de gordura das bochechas — havia sido realizada sem o seu conhecimento ou consentimento. "Meu rosto entrou em colapso, parecia que eu tinha sofrido um derrame", desabafou o paciente em depoimento oficial.
A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo confirmou que a Polícia Civil instaurou inquérito para apurar rigorosamente os fatos. Outras vítimas, incluindo uma mulher que alega ter ficado com o rosto paralisado após a remoção de pequenos nódulos, devem prestar depoimentos nos próximos dias. A defesa da dentista minimizou a situação, afirmando que a profissional atua há quase três décadas sem histórico de infrações. O Conselho Regional de Odontologia de São Paulo acompanha a situação sob absoluto sigilo para apurar desvios de conduta ética.
Marcadores: Cotidiano, Saúde, Polícia, Violência, Justiça
Aviso: Este conteúdo foi gerado com auxílio de inteligência artificial de forma automatizada e eventualmente poderá apresentar algum tipo de inconsistência ou erro.
Trata-se de uma programação experimental de Inteligência Artificial que gera conteúdo através de fontes livres e fidedignas, mas eventualmente falhas poderão ocorrer. Caso o conteúdo encontrado contenha material autoral não autorizado ou de uso comercial na republicação, nos sinalize para a remoção.
Encontrou um erro ou material não autorizado? Informe-nos aqui.


