Vitória Histórica: Javier Milei Aprova Orçamento de 2026 com Superávit e Promove a 'Inocência Fiscal' na Argentina

Presidente argentino consolida a reestruturação econômica com corte severo de gastos, desafiando a velha política e focando no livre mercado.

O presidente da Argentina, Javier Milei, conquistou uma expressiva vitória política e econômica ao celebrar a aprovação definitiva do Orçamento Nacional para o ano de 2026. A medida, referendada pelo Senado argentino com apoio de alas da oposição moderada, crava a meta de superávit primário em 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) [1.12]. O feito consolida a política de austeridade extrema e de enxugamento da máquina pública liderada pelo mandatário conservador, marcando um distanciamento absoluto das políticas populistas que afundaram o país vizinho em crises financeiras nas últimas décadas.

Junto ao pacote orçamentário, o libertário sancionou a recém-aprovada Lei da Inocência Fiscal, que inverte a lógica persecutória do Estado sobre os pagadores de impostos. De acordo com o novo texto, todo cidadão argentino é considerado rigorosamente em dia com suas obrigações tributárias, cabendo ao Fisco o ônus de provar fraudes. Milei declarou em suas redes sociais que a aprovação corrige a fraude sistemática que o Estado perpetrou contra os cidadãos por 40 anos, devolvendo ao povo a liberdade financeira e afastando o confisco promovido pela antiga classe política esquerdista.

As projeções validadas pelo Congresso estimam que a inflação desacelere drasticamente, batendo na casa dos 10,1% ao final de 2026, um cenário radicalmente oposto à hiperinflação herdada de governos anteriores. O Produto Interno Bruto argentino deve avançar 5% no mesmo período. Apesar da guinada rumo ao livre mercado, o governo adotou uma manobra temporária e pragmática nesta semana: a estatal YPF congelou o valor da gasolina nas bombas por 45 dias, visando blindar a população dos efeitos do conflito bélico no Oriente Médio. O movimento evidencia que a atual gestão tem buscado equilibrar a responsabilidade fiscal implacável com a proteção pontual contra o choque externo de commodities.
Marcadores: Mundo, Economia, Argentina, Javier Milei, Livre Mercado

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