Trump Anuncia que Dará Chance ao Irã e Não Tem Pressa nas Negociações
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que dará uma chance ao Irã e não tem pressa nas negociações para encerrar a guerra, enquanto a popularidade de Trump cai devido ao conflito
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou recentemente que dará uma chance ao Irã e não tem pressa nas negociações para encerrar a guerra. Essa declaração foi feita após ser questionado sobre o Estreito de Ormuz e a sua expectativa para o fim do conflito.
Trump destacou que atingir os objetivos da missão é mais importante do que estabelecer um cronograma para sua conclusão. 'Vamos dar essa chance, não tenho pressa. Todo mundo fica dizendo: 'Ah, as eleições de meio de mandato'. Não tenho pressa', afirmou. Essa posição pode ser vista como uma tentativa de aliviar as tensões com o Irã, que vêm aumentando desde o início do conflito.
Em uma mensagem de áudio divulgada em sua conta no Telegram, o presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Qalibaf, disse que o Irã não irá se render aos Estados Unidos, apesar da crescente pressão econômica. Qalibaf também é um dos principais negociadores de Teerã e afirmou que as Forças Armadas do país aproveitaram o cessar-fogo da guerra para se reconstruir e que os movimentos do governo Trump demonstram que Washington busca uma nova rodada de confrontos.
A popularidade de Trump tem sofrido devido ao conflito com o Irã. Uma nova pesquisa Reuters/Ipsos apontou que a taxa de aprovação do presidente dos EUA caiu para quase o seu nível mais baixo desde que ele retornou à Casa Branca: apenas 35% aprovam seu desempenho. Além disso, Trump sofreu uma derrota no Congresso, onde o Senado dos EUA avançou com um projeto de lei que busca obrigá-lo a retirar o país da guerra contra o Irã.
Essa derrota no Congresso pode ser vista como um reflexo da crescente oposição ao envolvimento dos EUA no conflito. Desde que Trump ordenou o ataque ao Irã, no fim de fevereiro, democratas vêm tentando aprovar propostas para restringir os poderes de guerra do presidente, mas até então, os republicanos tinham conseguido reunir votos suficientes para barrá-las.
Trump destacou que atingir os objetivos da missão é mais importante do que estabelecer um cronograma para sua conclusão. 'Vamos dar essa chance, não tenho pressa. Todo mundo fica dizendo: 'Ah, as eleições de meio de mandato'. Não tenho pressa', afirmou. Essa posição pode ser vista como uma tentativa de aliviar as tensões com o Irã, que vêm aumentando desde o início do conflito.
Em uma mensagem de áudio divulgada em sua conta no Telegram, o presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Qalibaf, disse que o Irã não irá se render aos Estados Unidos, apesar da crescente pressão econômica. Qalibaf também é um dos principais negociadores de Teerã e afirmou que as Forças Armadas do país aproveitaram o cessar-fogo da guerra para se reconstruir e que os movimentos do governo Trump demonstram que Washington busca uma nova rodada de confrontos.
A popularidade de Trump tem sofrido devido ao conflito com o Irã. Uma nova pesquisa Reuters/Ipsos apontou que a taxa de aprovação do presidente dos EUA caiu para quase o seu nível mais baixo desde que ele retornou à Casa Branca: apenas 35% aprovam seu desempenho. Além disso, Trump sofreu uma derrota no Congresso, onde o Senado dos EUA avançou com um projeto de lei que busca obrigá-lo a retirar o país da guerra contra o Irã.
Essa derrota no Congresso pode ser vista como um reflexo da crescente oposição ao envolvimento dos EUA no conflito. Desde que Trump ordenou o ataque ao Irã, no fim de fevereiro, democratas vêm tentando aprovar propostas para restringir os poderes de guerra do presidente, mas até então, os republicanos tinham conseguido reunir votos suficientes para barrá-las.
Marcadores: Política, Mundo, Guerra, Estados Unidos, Irã
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