EUA Avaliam Ação Militar no Mali Contra Grupo Extremista
O governo dos EUA, liderado pelo presidente Donald Trump, está considerando uma ação militar no Mali contra o grupo extremista Jama'at Nusrat al-Islam wal-Muslimin (JNIM), ligado à Al-Qaeda
O governo Trump está avaliando a realização de uma ação militar no Mali contra o grupo extremista Jama'at Nusrat al-Islam wal-Muslimin (JNIM), ligado à Al-Qaeda. Essa informação foi revelada pelo jornal norte-americano 'The Washington Post' na quarta-feira, 22 de julho de 2026. Segundo o jornal, o JNIM é o grupo extremista mais bem armado da região do Sahel e realizou ataques coordenados nos últimos meses em diferentes partes do país, chegando a atuar nas ruas da capital, Bamako.
Caso essa ação militar se concretize, o Mali seria o 8º país a ser atacado pelos Estados Unidos no segundo mandato presidencial de Donald Trump, que começou em janeiro de 2025. Os EUA já atacaram vários países desde 2025, incluindo Iêmen, Irã, Iraque, Nigéria, Síria, Somália e Venezuela. Em cada um desses países, as ações militares foram justificadas como parte de operações antiterrorismo ou como retaliação contra ataques a interesses norte-americanos.
No Iêmen, os EUA realizaram uma série de bombardeios entre março e maio de 2025 contra o grupo extremista Houthis, aliado do Irã. Essa ação foi uma retaliação contra o grupo por ataques realizados contra navios comerciais no Mar Vermelho. Os bombardeios norte-americanos atingiram alvos ligados aos Houthis na capital Sanaa e em regiões portuárias do país, deixando dezenas de mortos.
Já no Irã, os EUA estão em guerra desde 28 de fevereiro de 2026, após uma bateria de bombardeios conjuntos entre EUA e Israel ter matado a alta cúpula do governo iraniano, incluindo o líder supremo Ali Khamenei. O conflito tem várias fases e escaladas, com períodos de cessar-fogo e a assinatura de um acordo de paz preliminar. Em junho de 2025, o Exército norte-americano realizou bombardeios-surpresa contra as três principais instalações nucleares iranianas: Fordow, Natanz e Isfahan.
No Iraque, os EUA realizaram ataques aéreos de precisão contra alvos do grupo terrorista Estado Islâmico (EI) em março de 2025. A investida resultou na morte de Abu Khadijah, um dos líderes do EI e considerado um dos terroristas mais perigosos do mundo. Segundo autoridades do governo Trump, os ataques foram realizados com ajuda de inteligência iraquiana.
Em dezembro de 2025, os EUA realizaram bombardeios contra alvos do grupo terrorista Estado Islâmico (EI) na Nigéria, como parte das ações antiterrorismo. Trump justificou o ataque como uma retaliação por atentados do EI contra cristãos no noroeste do país africano. Em maio de 2026, Trump anunciou que uma operação militar conjunta entre forças especiais dos EUA e o Exército nigeriano resultou na morte do novo número 2 do Estado Islâmico, Abu-Bilal al-Minuki.
Os EUA também realizaram bombardeios contra a Síria em diversas ocasiões desde 2025, como parte da investida antiterrorismo do governo Trump. Em dezembro de 2025, os EUA fizeram um ataque em larga escala contra alvos do Estado Islâmico em retaliação à morte de dois soldados norte-americanos e um intérprete civil em Palmira dias antes. Em janeiro de 2026, veio outra onda de bombardeios contra o EI, em ataque que abrangeu todo o território sírio e foi feito em cooperação com forças de segurança do país.
Além disso, o governo Trump também atacou a Somália sob o pretexto de operações antiterrorismo, que se intensificaram a partir de fevereiro de 2025. Desde fevereiro de 2025, os EUA realizaram cerca de 200 ataques em território somali contra membros dos grupos terroristas Al-Shabaab, Al-Qaeda e o braço do EI no país, segundo o think tank norte-americana New America.
A ação militar dos EUA na Venezuela talvez tenha sido a mais célebre do governo Trump. Em uma operação noturna e rápida, as forças norte-americanas entraram em Caracas e capturaram o ditador Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. A operação envolveu bombardeios pontuais na capital venezuelana para dar apoio à equipe de extração, o que deixou mortos no país sul-americano. Desde então, o governo Trump submeteu Caracas à sua gestão, e colocou Maduro e Cilia para julgamento por tráfico de drogas nos EUA.
Caso essa ação militar se concretize, o Mali seria o 8º país a ser atacado pelos Estados Unidos no segundo mandato presidencial de Donald Trump, que começou em janeiro de 2025. Os EUA já atacaram vários países desde 2025, incluindo Iêmen, Irã, Iraque, Nigéria, Síria, Somália e Venezuela. Em cada um desses países, as ações militares foram justificadas como parte de operações antiterrorismo ou como retaliação contra ataques a interesses norte-americanos.
No Iêmen, os EUA realizaram uma série de bombardeios entre março e maio de 2025 contra o grupo extremista Houthis, aliado do Irã. Essa ação foi uma retaliação contra o grupo por ataques realizados contra navios comerciais no Mar Vermelho. Os bombardeios norte-americanos atingiram alvos ligados aos Houthis na capital Sanaa e em regiões portuárias do país, deixando dezenas de mortos.
Já no Irã, os EUA estão em guerra desde 28 de fevereiro de 2026, após uma bateria de bombardeios conjuntos entre EUA e Israel ter matado a alta cúpula do governo iraniano, incluindo o líder supremo Ali Khamenei. O conflito tem várias fases e escaladas, com períodos de cessar-fogo e a assinatura de um acordo de paz preliminar. Em junho de 2025, o Exército norte-americano realizou bombardeios-surpresa contra as três principais instalações nucleares iranianas: Fordow, Natanz e Isfahan.
No Iraque, os EUA realizaram ataques aéreos de precisão contra alvos do grupo terrorista Estado Islâmico (EI) em março de 2025. A investida resultou na morte de Abu Khadijah, um dos líderes do EI e considerado um dos terroristas mais perigosos do mundo. Segundo autoridades do governo Trump, os ataques foram realizados com ajuda de inteligência iraquiana.
Em dezembro de 2025, os EUA realizaram bombardeios contra alvos do grupo terrorista Estado Islâmico (EI) na Nigéria, como parte das ações antiterrorismo. Trump justificou o ataque como uma retaliação por atentados do EI contra cristãos no noroeste do país africano. Em maio de 2026, Trump anunciou que uma operação militar conjunta entre forças especiais dos EUA e o Exército nigeriano resultou na morte do novo número 2 do Estado Islâmico, Abu-Bilal al-Minuki.
Os EUA também realizaram bombardeios contra a Síria em diversas ocasiões desde 2025, como parte da investida antiterrorismo do governo Trump. Em dezembro de 2025, os EUA fizeram um ataque em larga escala contra alvos do Estado Islâmico em retaliação à morte de dois soldados norte-americanos e um intérprete civil em Palmira dias antes. Em janeiro de 2026, veio outra onda de bombardeios contra o EI, em ataque que abrangeu todo o território sírio e foi feito em cooperação com forças de segurança do país.
Além disso, o governo Trump também atacou a Somália sob o pretexto de operações antiterrorismo, que se intensificaram a partir de fevereiro de 2025. Desde fevereiro de 2025, os EUA realizaram cerca de 200 ataques em território somali contra membros dos grupos terroristas Al-Shabaab, Al-Qaeda e o braço do EI no país, segundo o think tank norte-americana New America.
A ação militar dos EUA na Venezuela talvez tenha sido a mais célebre do governo Trump. Em uma operação noturna e rápida, as forças norte-americanas entraram em Caracas e capturaram o ditador Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. A operação envolveu bombardeios pontuais na capital venezuelana para dar apoio à equipe de extração, o que deixou mortos no país sul-americano. Desde então, o governo Trump submeteu Caracas à sua gestão, e colocou Maduro e Cilia para julgamento por tráfico de drogas nos EUA.
Marcadores: Mundo, Política, Terrorismo
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