Senador Jaques Wagner afirma que vai provar inocência em investigações sobre fraude bilionária

Decisão do STF retirou sigilo de investigação sobre operação que mira o senador, suspeito de receber vantagens indevidas do Banco Master

Imagem da notícia
Lula Marques/Agência Brasil
O senador Jaques Wagner (PT-BA) afirmou que vai provar sua inocência nas investigações sobre ele no contexto das fraudes bilionárias do Banco Master. Em entrevista à Rádio Baiana FM, o parlamentar declarou estar 'tranquilo' e focado nas eleições de outubro, quando tentará a reeleição ao Senado.

A declaração de Wagner foi dada após o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirar o sigilo da decisão que autorizou a 9ª fase da Operação Compliance Zero, que mirou o senador. Na decisão, Mendonça autorizou a Polícia Federal a acessar dados dos celulares de Jaques Wagner e do ex-sócio do Banco Master, Augusto Lima.

A PF aponta que Jaques Wagner atuou em defesa de interesses do Banco Master no Congresso e, em troca, recebeu vantagens indevidas — como um apartamento de luxo em Salvador, avaliado em R$ 2,5 milhões, e repasses a empresas ligadas a familiares do parlamentar. Wagner nega as acusações e afirma que não atuou 'em favor do Banco Master ou qualquer outra instituição financeira'.

A Operação Compliance Zero investiga um suposto esquema bilionário de fraudes, corrupção, lavagem de dinheiro e obstrução da Justiça ligado ao Banco Master, de Daniel Vorcaro. A PF justificou que a medida de monitoramento dos celulares é importante para preservar a investigação, já que ficou comprovado em fases anteriores da operação que a organização criminosa liderada por Vorcaro monitorava as ações de investigadores e autoridades.

O senador Jaques Wagner também afirmou que a PF e o Ministério Público Federal têm liberdade para atuar e que ele está 'de olho' nas eleições de outubro. A convenção do partido, com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, está marcada para o sábado (1º).

A decisão do STF que retirou o sigilo da investigação também citou o suposto risco de vazamento das investigações. Isso porque, no mesmo dia em que a PF apresentou os pedidos de busca e apreensão, além de monitoramento dos celulares, o ministro recebeu um pedido de reunião de um dos alvos. A TV Globo apurou que a reunião foi solicitada por Jaques Wagner.
Marcadores: Política, Justiça, Bancos, Corrupção, Lavagem de dinheiro

Aviso: Este conteúdo foi gerado com auxílio de inteligência artificial de forma automatizada e eventualmente poderá apresentar algum tipo de inconsistência ou erro.

Trata-se de uma programação experimental de Inteligência Artificial que gera conteúdo através de fontes livres e fidedignas, mas eventualmente falhas poderão ocorrer. Caso o conteúdo encontrado contenha material autoral não autorizado ou de uso comercial na republicação, nos sinalize para a remoção.

Encontrou um erro ou material não autorizado? Informe-nos aqui.

As matérias apresentadas abaixo são fornecidas por DINO - Divulgador de Notícias.