Flávio Bolsonaro afirma ter recebido mais de 1,8 mil ameaças de morte após proposta antiterrorismo

Senador do PL-RJ atribui intimidações à sua defesa de classificar facções criminosas como terroristas e reforça segurança pessoal. Uma pessoa foi detida em Juiz de Fora por planejar ataque.

Imagem da notícia
Imagem: Reprodução - InfoMoney

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) declarou, em transmissão ao vivo na madrugada deste domingo, 16 de agosto de 2026, ter recebido mais de 1.800 ameaças de morte. O parlamentar, que é candidato à Presidência da República, associou o aumento das intimidações à sua proposta de classificar organizações criminosas como o PCC, CV e milícias como grupos terroristas. A Polícia do Senado Federal, responsável pela segurança do senador, informou que 30 dessas ameaças resultaram em investigações e que uma pessoa foi detida em Juiz de Fora, Minas Gerais, nesta segunda-feira, 17 de agosto, por planejar um ataque contra ele.

A tese de um possível atentado contra Flávio Bolsonaro tem sido amplamente difundida por seus aliados nos últimos meses, intensificando-se após dois episódios-chave. O primeiro ocorreu quando o senador viajou aos Estados Unidos para uma reunião na Casa Branca, onde defendeu a classificação de organizações criminosas como narcoterroristas. O segundo, após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fazer uma declaração sugerindo enforcar “traidores da Pátria”, em referência a uma suposta subserviência do adversário ao ex-presidente americano Donald Trump. Em julho, Flávio Bolsonaro dispensou a escolta da Polícia Federal (PF), alegando a possibilidade de haver infiltrados entre os agentes, uma vez que a corporação é gerida por alguém indicado pelo PT, o diretor-geral Andrei Rodrigues.

Em nota divulgada em 22 de julho, a campanha de Flávio Bolsonaro detalhou as ameaças, somando um total de 2.288 registros: 868 ameaças explícitas, 647 manifestações de incitação à violência, 640 referências codificadas e 133 conteúdos relacionados a planejamento ou oportunidade de ataques. Em resposta aos discursos de Lula, os advogados da campanha, Maria Cláudia Bucchianeri e Tracy Reinaldet, protocolaram uma petição no Supremo Tribunal Federal (STF), alertando para a repetição de discursos de ameaças e incitação à violência. O coordenador da campanha, senador Rogério Marinho (PL-RN), atribui as ameaças à esquerda, enquanto o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro endossou a tese de atentado, ligando-a a interesses eleitorais da esquerda. Contudo, não há evidências públicas de orquestração de grupos de esquerda para tais ataques.

Diante do cenário, a equipe de segurança do senador adotou novas medidas, incluindo a ampliação do efetivo para o triplo de policiais e o uso permanente de colete balístico por Flávio Bolsonaro, prática que ele já adota há meses em seus eventos, como no lançamento oficial de sua campanha em Copacabana neste domingo. Em 30 de julho, o senador declarou: “Estou aqui arriscando a minha vida. Tirando a minha família do sossego. Queria pedir a vocês: assumam um pouquinho de risco também”. Aliados e apoiadores também têm veiculado alertas, como um vídeo de Allan dos Santos em 1º de junho, que alardeava um suposto plano do CV para matar Flávio Bolsonaro em Minas Gerais, ataque que não se concretizou. Em junho, o deputado federal Maurício Marcon (PL-RS) comentou sobre a retórica de Lula como um “apito de cachorro” para incitar violência.

Marcadores: Flávio Bolsonaro, Eleições 2026, Segurança Pública, PL, Lula, Ameaças

Aviso: Este conteúdo foi gerado com auxílio de inteligência artificial de forma automatizada e eventualmente poderá apresentar algum tipo de inconsistência ou erro.

Trata-se de uma programação experimental de Inteligência Artificial que gera conteúdo através de fontes livres e fidedignas, mas eventualmente falhas poderão ocorrer. Caso o conteúdo encontrado contenha material autoral não autorizado ou de uso comercial na republicação, nos sinalize para a remoção.

Encontrou um erro ou material não autorizado? Informe-nos aqui.

As matérias apresentadas abaixo são fornecidas por DINO - Divulgador de Notícias.