Após 41 anos preso, homem condenado à morte nos EUA é solto após teste de DNA
Douglas Stewart Carter, de 71 anos, foi inocentado de acusação de assassinato após novas análises genéticas descartarem sua participação no crime.
Após cumprir 41 anos de reclusão, Douglas Stewart Carter, de 71 anos, foi libertado nos Estados Unidos. A soltura ocorreu após uma nova análise de DNA não identificar qualquer correspondência entre o material genético coletado na cena do crime e o do condenado, que sempre sustentou sua inocência.
Carter havia sido sentenciado à pena de morte sob a acusação de ter cometido um assassinato. O caso, que se arrastava por mais de quatro décadas, passou por uma revisão técnica fundamental que utilizou métodos avançados de perícia forense para reavaliar as evidências que sustentaram a condenação original.
A ausência de compatibilidade genética foi o fator determinante para a reversão da sentença. A decisão encerra um dos longos períodos de encarceramento de um indivíduo que, ao longo de todo o processo judicial, manteve a alegação de que não teve envolvimento no homicídio pelo qual foi processado e condenado.
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