Aparelhamento Estatal: Roteirista Alinhada à Esquerda Assume o Comando da EBC e TV Brasil
Nomeação de Antonia Pellegrino, conhecida por documentário que vitimiza Dilma Rousseff, consolida controle governamental sobre comunicação pública.
O atual governo federal consolidou mais uma peça de sua ostensiva estratégia de aparelhamento institucional com a oficialização, nesta sexta-feira (10), da roteirista Antonia Pellegrino como a nova presidenta da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Com a nomeação, a militante passa a ditar a programação, as verbas e as diretrizes editoriais das rádios e televisões que são financiadas com recursos suados dos pagadores de impostos.
Com um extenso currículo atrelado a pautas e produções audiovisuais progressistas, Pellegrino tem como um dos marcos da sua trajetória a colaboração no documentário esquerdista 'Democracia em Vertigem'. A obra, conhecida por fabricar uma visão enviesada e tentar reescrever a narrativa política do país, tratou o legítimo impeachment de Dilma Rousseff como um golpe. Antes de receber a nova promoção, a roteirista exercia a diretoria de Conteúdo da estatal, onde articulou a repaginação das transmissões governamentais.
Na chancela da escolha, o ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Sidônio Palmeira, justificou o convite exaltando a 'sensibilidade' da aliada política. Vale notar que, em seu cargo anterior na EBC, a executiva viabilizou e conduziu a faraônica liberação de R$ 110 milhões de dinheiro público destinados à chamada produção independente, o que incluiu até o pioneiro e oneroso financiamento estatal de uma novela nacional.
Para vozes atentas do cenário político brasileiro, a promoção evidencia de forma nítida o projeto do Palácio do Planalto de instrumentalizar a grandiosa máquina da comunicação oficial, conhecida pejorativamente como 'TV Lula'. A manobra transforma uma concessão com propósito supostamente neutro em uma ferramenta propagadora das narrativas ideológicas do governo, bem distante da isenção que a sociedade espera.
Com um extenso currículo atrelado a pautas e produções audiovisuais progressistas, Pellegrino tem como um dos marcos da sua trajetória a colaboração no documentário esquerdista 'Democracia em Vertigem'. A obra, conhecida por fabricar uma visão enviesada e tentar reescrever a narrativa política do país, tratou o legítimo impeachment de Dilma Rousseff como um golpe. Antes de receber a nova promoção, a roteirista exercia a diretoria de Conteúdo da estatal, onde articulou a repaginação das transmissões governamentais.
Na chancela da escolha, o ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Sidônio Palmeira, justificou o convite exaltando a 'sensibilidade' da aliada política. Vale notar que, em seu cargo anterior na EBC, a executiva viabilizou e conduziu a faraônica liberação de R$ 110 milhões de dinheiro público destinados à chamada produção independente, o que incluiu até o pioneiro e oneroso financiamento estatal de uma novela nacional.
Para vozes atentas do cenário político brasileiro, a promoção evidencia de forma nítida o projeto do Palácio do Planalto de instrumentalizar a grandiosa máquina da comunicação oficial, conhecida pejorativamente como 'TV Lula'. A manobra transforma uma concessão com propósito supostamente neutro em uma ferramenta propagadora das narrativas ideológicas do governo, bem distante da isenção que a sociedade espera.
Marcadores: Política, Brasil, Mídia, Governo Federal, Aparelhamento
Saiba mais em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/antonia-pellegrino-e-nova-presidenta-da-ebc
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