Argentina reinicia julgamento histórico sobre a morte de Diego Maradona
Oito profissionais da saúde são acusados de homicídio com dolo eventual após processo ser anulado em 2025.
A justiça da Argentina retomou, nesta terça-feira (14), o processo judicial que apura as circunstâncias da morte do ídolo mundial Diego Armando Maradona. O julgamento havia sido interrompido em maio de 2025 após o afastamento de uma magistrada, o que resultou na anulação de etapas anteriores. Agora, o tribunal volta a analisar as provas contra oito profissionais de saúde que integravam a equipe de cuidados domiciliares do craque, que faleceu em novembro de 2020 devido a uma insuficiência cardíaca crônica.
Os réus, incluindo o neurocirurgião Leopoldo Luque e a psiquiatra Agustina Cosachov, enfrentam a acusação de homicídio simples com dolo eventual. A promotoria sustenta que os cuidados médicos foram deficientes e temerários, configurando uma situação em que os profissionais sabiam do risco de morte e nada fizeram para evitá-lo. Caso sejam condenados, as penas podem variar de 8 a 25 anos de reclusão. A defesa dos acusados contesta as alegações, afirmando que a morte foi um desfecho natural do quadro clínico complexo do ex-atleta.
Ao todo, o Tribunal de San Isidro deve ouvir 92 testemunhas, incluindo as filhas de Maradona e outros familiares próximos. O processo atrai a atenção global, não apenas pela estatura do falecido, mas pela discussão jurídica sobre a responsabilidade médica em tratamentos domiciliares. Enquanto uma enfermeira do grupo será julgada separadamente por um tribunal do júri, os demais réus seguem sob a análise técnica dos juízes Alberto Gaig, Alberto Ortolani e Pablo Rolón.
Os réus, incluindo o neurocirurgião Leopoldo Luque e a psiquiatra Agustina Cosachov, enfrentam a acusação de homicídio simples com dolo eventual. A promotoria sustenta que os cuidados médicos foram deficientes e temerários, configurando uma situação em que os profissionais sabiam do risco de morte e nada fizeram para evitá-lo. Caso sejam condenados, as penas podem variar de 8 a 25 anos de reclusão. A defesa dos acusados contesta as alegações, afirmando que a morte foi um desfecho natural do quadro clínico complexo do ex-atleta.
Ao todo, o Tribunal de San Isidro deve ouvir 92 testemunhas, incluindo as filhas de Maradona e outros familiares próximos. O processo atrai a atenção global, não apenas pela estatura do falecido, mas pela discussão jurídica sobre a responsabilidade médica em tratamentos domiciliares. Enquanto uma enfermeira do grupo será julgada separadamente por um tribunal do júri, os demais réus seguem sob a análise técnica dos juízes Alberto Gaig, Alberto Ortolani e Pablo Rolón.
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