Bancos Endossam Novas Regras do FGC para Maior Estabilidade Financeira
A Associação Brasileira de Bancos (ABBC) manifestou apoio às medidas aprovadas pelo CMN para fortalecer o Fundo Garantidor de Créditos, visando reduzir riscos e evitar crises sistêmicas.
A Associação Brasileira de Bancos (ABBC) elogiou a recente decisão do Conselho Monetário Nacional (CMN) de endurecer as regras para o Fundo Garantidor de Créditos (FGC), considerado um pilar de proteção para investidores. Em nota divulgada nesta sexta-feira (24), a entidade ressaltou a importância e a oportunidade das novas medidas para aprimorar a gestão de liquidez bancária e salvaguardar a estabilidade do setor financeiro brasileiro.
As mudanças, aprovadas em reunião na quinta-feira (23), visam coibir que bancos assumam riscos excessivos ao captar recursos com a garantia do FGC. A principal inovação é a criação do Ativo de Referência (AR), um indicador que avaliará a qualidade e a liquidez dos ativos bancários. Instituições que captarem um alto volume de recursos com proteção do FGC, mas possuírem ativos de maior risco ou difícil comercialização, serão obrigadas a investir parte desses valores em títulos públicos federais, de maior segurança.
Segundo a ABBC, essa medida estabelece uma ligação direta entre a captação garantida pelo FGC e a qualidade dos ativos dos bancos, desencorajando estratégias de crescimento acelerado baseadas em investimentos de baixa liquidez e transparência. O objetivo é mitigar o chamado “risco moral”, onde instituições financeiras assumem riscos adicionais por saberem que estão protegidas pela cobertura do FGC.
Além disso, o CMN ampliou as exigências de liquidez, alinhando o Brasil aos padrões internacionais do acordo de Basileia 3. O Razão de Cobertura de Liquidez (LCR) agora se estende a bancos de médio porte, com uma versão simplificada para instituições menores. A implementação gradual, que começará em 2027, permitirá a adaptação dos sistemas internos. Essas ações foram tomadas após episódios de instabilidade, como o colapso do Banco Master, que ressaltou a necessidade de maior rigor regulatório.
As mudanças, aprovadas em reunião na quinta-feira (23), visam coibir que bancos assumam riscos excessivos ao captar recursos com a garantia do FGC. A principal inovação é a criação do Ativo de Referência (AR), um indicador que avaliará a qualidade e a liquidez dos ativos bancários. Instituições que captarem um alto volume de recursos com proteção do FGC, mas possuírem ativos de maior risco ou difícil comercialização, serão obrigadas a investir parte desses valores em títulos públicos federais, de maior segurança.
Segundo a ABBC, essa medida estabelece uma ligação direta entre a captação garantida pelo FGC e a qualidade dos ativos dos bancos, desencorajando estratégias de crescimento acelerado baseadas em investimentos de baixa liquidez e transparência. O objetivo é mitigar o chamado “risco moral”, onde instituições financeiras assumem riscos adicionais por saberem que estão protegidas pela cobertura do FGC.
Além disso, o CMN ampliou as exigências de liquidez, alinhando o Brasil aos padrões internacionais do acordo de Basileia 3. O Razão de Cobertura de Liquidez (LCR) agora se estende a bancos de médio porte, com uma versão simplificada para instituições menores. A implementação gradual, que começará em 2027, permitirá a adaptação dos sistemas internos. Essas ações foram tomadas após episódios de instabilidade, como o colapso do Banco Master, que ressaltou a necessidade de maior rigor regulatório.
Marcadores: Economia, Finanças, Bancos, Regulamentação, Investimento
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