Justiça inicia julgamento de réus por chacina que vitimou 10 pessoas no Distrito Federal
Tribunal do Júri analisa caso de família assassinada por disputa de terra avaliada em R$ 2 milhões.
Começou nesta segunda-feira (13) o julgamento dos cinco acusados de executar dez pessoas de uma mesma família no Distrito Federal, crime que chocou o país entre o final de 2022 e o início de 2023. A sessão do Tribunal do Júri de Planaltina deve analisar a conduta de Gideon Batista de Menezes, Horácio Carlos Ferreira Barbosa, Carlomam dos Santos Nogueira, Fabrício Silva Canhedo e Carlos Henrique Alves da Silva.
As investigações da Polícia Civil apontaram que a motivação do crime foi patrimonial. O grupo visava tomar a posse de uma chácara de 5,2 hectares na região do Paranoá, avaliada em aproximadamente R$ 2 milhões. Para garantir que não houvesse herdeiros que pudessem reivindicar a propriedade, os criminosos planejaram a eliminação sistemática de três gerações da família, incluindo três crianças de 6 e 7 anos.
Os réus respondem por uma série de crimes graves, que incluem homicídio qualificado, ocultação de cadáver, sequestro, extorsão e corrupção de menores. O caso, considerado a maior chacina da história da capital federal, teve desfechos macabros, com corpos sendo encontrados esquartejados e carbonizados em diferentes localidades do Entorno do DF e em Minas Gerais.
A acusação sustenta que o bando agiu com crueldade extrema e premeditação, mantendo vítimas em cativeiro antes das execuções. A defesa dos acusados deve apresentar suas teses ao longo da semana, em um julgamento que atrai forte atenção pública devido à brutalidade dos fatos narrados no inquérito policial.
As investigações da Polícia Civil apontaram que a motivação do crime foi patrimonial. O grupo visava tomar a posse de uma chácara de 5,2 hectares na região do Paranoá, avaliada em aproximadamente R$ 2 milhões. Para garantir que não houvesse herdeiros que pudessem reivindicar a propriedade, os criminosos planejaram a eliminação sistemática de três gerações da família, incluindo três crianças de 6 e 7 anos.
Os réus respondem por uma série de crimes graves, que incluem homicídio qualificado, ocultação de cadáver, sequestro, extorsão e corrupção de menores. O caso, considerado a maior chacina da história da capital federal, teve desfechos macabros, com corpos sendo encontrados esquartejados e carbonizados em diferentes localidades do Entorno do DF e em Minas Gerais.
A acusação sustenta que o bando agiu com crueldade extrema e premeditação, mantendo vítimas em cativeiro antes das execuções. A defesa dos acusados deve apresentar suas teses ao longo da semana, em um julgamento que atrai forte atenção pública devido à brutalidade dos fatos narrados no inquérito policial.
Marcadores: Justiça, Violência, Distrito Federal, Polícia, Crime
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