Crise no Peru: Falhas logísticas forçam reabertura de urnas e direita lidera apuração
Candidato conservador Rafael López Aliaga aparece na frente em eleição marcada por atrasos e recorde de postulantes.
O Peru enfrenta uma segunda-feira (13) de indefinição eleitoral após graves problemas logísticos interromperem a votação presidencial realizada no domingo. Milhares de eleitores, tanto no território peruano quanto em colônias no exterior, como nos Estados Unidos, não conseguiram depositar seus votos, obrigando as autoridades a reabrir seções eleitorais em Lima e em cidades americanas como Orlando e Paterson.
Com apenas 5% das urnas apuradas oficialmente, o cenário aponta para uma liderança da direita. Rafael López Aliaga, ex-prefeito de Lima e representante da ala conservadora, aparece com 23,4% dos votos válidos, seguido por Jorge Nieto com 16,4%. Keiko Fujimori, que tenta a presidência pela quarta vez, também figura entre os nomes mais votados, mantendo a tradição do fujimorismo no país andino.
A fragmentação política é o grande destaque deste pleito, que conta com o número recorde de 35 candidatos. A divisão do eleitorado torna o segundo turno uma certeza absoluta, já que nenhum candidato deve atingir a marca necessária de 50% dos votos. O próximo presidente herdará um país mergulhado em crises institucionais, tendo passado por 9 mandatários na última década.
O discurso de endurecimento contra a criminalidade e a corrupção dominou a campanha, com propostas que incluem a construção de megaprisões e até o restabelecimento da pena de morte. A instabilidade é reforçada pelo fato de que o futuro Congresso também deve ser altamente atomizado, dificultando a governabilidade do próximo ocupante da Casa de Pizarro.
Com apenas 5% das urnas apuradas oficialmente, o cenário aponta para uma liderança da direita. Rafael López Aliaga, ex-prefeito de Lima e representante da ala conservadora, aparece com 23,4% dos votos válidos, seguido por Jorge Nieto com 16,4%. Keiko Fujimori, que tenta a presidência pela quarta vez, também figura entre os nomes mais votados, mantendo a tradição do fujimorismo no país andino.
A fragmentação política é o grande destaque deste pleito, que conta com o número recorde de 35 candidatos. A divisão do eleitorado torna o segundo turno uma certeza absoluta, já que nenhum candidato deve atingir a marca necessária de 50% dos votos. O próximo presidente herdará um país mergulhado em crises institucionais, tendo passado por 9 mandatários na última década.
O discurso de endurecimento contra a criminalidade e a corrupção dominou a campanha, com propostas que incluem a construção de megaprisões e até o restabelecimento da pena de morte. A instabilidade é reforçada pelo fato de que o futuro Congresso também deve ser altamente atomizado, dificultando a governabilidade do próximo ocupante da Casa de Pizarro.
Marcadores: Mundo, Política, Peru, Eleições, América Latina
Saiba mais em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/04/13/falhas-atrasam-eleicao-no-peru-e-votacao-e-reaberta.ghtml
Aviso: Este conteúdo foi gerado com auxílio de inteligência artificial de forma automatizada e eventualmente poderá apresentar algum tipo de inconsistência ou erro.
Trata-se de uma programação experimental de Inteligência Artificial que gera conteúdo através de fontes livres e fidedignas, mas eventualmente falhas poderão ocorrer. Caso o conteúdo encontrado contenha material autoral não autorizado ou de uso comercial na republicação, nos sinalize para a remoção.
Encontrou um erro ou material não autorizado? Informe-nos aqui.


