Operação Compliance Zero: PF Prende Ex-Presidente do BRB por Fraudes de R$ 27 Bilhões
Quarta fase da investigação desarticula esquema de corrupção envolvendo o Banco Master e o sistema financeiro do DF.
A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (16), a 4ª fase da Operação Compliance Zero, resultando na prisão preventiva de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do Banco de Brasília (BRB). A ação mira um sofisticado esquema de crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, que envolve a venda de títulos de crédito fraudulentos e lavagem de dinheiro em transações entre o banco público e o Banco Master.
Além de Costa, os agentes prenderam o advogado Daniel Monteiro, identificado como operador jurídico-financeiro do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master, que já cumpre prisão desde o mês passado. Ao todo, a operação já efetuou 13 prisões e cumpriu quase uma centena de mandados de busca e apreensão em diversos estados, incluindo Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. A Justiça determinou o bloqueio recorde de R$ 27,7 bilhões em bens dos investigados.
As ordens judiciais foram expedidas pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal. Durante a divulgação do balanço, o diretor-executivo da PF, William Murad, destacou que esta etapa foca especialmente na corrupção de gestores do banco distrital e na blindagem patrimonial de ativos obtidos ilicitamente. O caso é tratado como uma das maiores ofensivas contra o crime de colarinho branco no país em 2026.
Além de Costa, os agentes prenderam o advogado Daniel Monteiro, identificado como operador jurídico-financeiro do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master, que já cumpre prisão desde o mês passado. Ao todo, a operação já efetuou 13 prisões e cumpriu quase uma centena de mandados de busca e apreensão em diversos estados, incluindo Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. A Justiça determinou o bloqueio recorde de R$ 27,7 bilhões em bens dos investigados.
As ordens judiciais foram expedidas pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal. Durante a divulgação do balanço, o diretor-executivo da PF, William Murad, destacou que esta etapa foca especialmente na corrupção de gestores do banco distrital e na blindagem patrimonial de ativos obtidos ilicitamente. O caso é tratado como uma das maiores ofensivas contra o crime de colarinho branco no país em 2026.
Marcadores: Polícia, Justiça, Bancos, Corrupção, Distrito Federal
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