Resistência Criativa: Jovens de Belém transformam resíduos têxteis em moda amazônica
Coletivo utiliza técnica de upcycling para reduzir impacto ambiental e exaltar a identidade cultural do Pará.
Um coletivo de moda criativa formado por jovens da periferia de Belém está ganhando destaque ao utilizar o reaproveitamento de materiais para criar peças que exaltam a cultura paraense. O projeto aposta na técnica de upcycling, transformando resíduos que seriam descartados em acessórios e roupas autorais que dialogam com o cotidiano da região amazônica.
Segundo Victoria do Rosário, idealizadora da iniciativa, o processo criativo é focado em valorizar a identidade local e demonstrar que a sustentabilidade pode ser gerada a partir de recursos já existentes no território. O figurinista Jomaique Melo, parceiro do projeto, ressalta que as peças incorporam referências como faixas de aparelhagem e elementos das embarcações fluviais, unindo estética e preservação ambiental.
A iniciativa surge como um contraponto aos dados alarmantes da indústria da moda no Brasil, que gera anualmente cerca de 170 mil toneladas de resíduos têxteis, com baixo índice de reciclagem. Ao promover a moda circular, o coletivo não apenas reduz o impacto ambiental, mas também abre novas frentes de trabalho e expressão cultural para profissionais das comunidades periféricas da capital paraense.
Segundo Victoria do Rosário, idealizadora da iniciativa, o processo criativo é focado em valorizar a identidade local e demonstrar que a sustentabilidade pode ser gerada a partir de recursos já existentes no território. O figurinista Jomaique Melo, parceiro do projeto, ressalta que as peças incorporam referências como faixas de aparelhagem e elementos das embarcações fluviais, unindo estética e preservação ambiental.
A iniciativa surge como um contraponto aos dados alarmantes da indústria da moda no Brasil, que gera anualmente cerca de 170 mil toneladas de resíduos têxteis, com baixo índice de reciclagem. Ao promover a moda circular, o coletivo não apenas reduz o impacto ambiental, mas também abre novas frentes de trabalho e expressão cultural para profissionais das comunidades periféricas da capital paraense.
Marcadores: Locais, Cultura, Belém, Sustentabilidade, Ecologia
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