Taxa de Desemprego no Brasil Atinge 6,1% no Primeiro Trimestre de 2026

A taxa de desemprego no Brasil alcançou 6,1% no primeiro trimestre de 2026, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sendo a menor taxa de desocupação para um primeiro trimestre desde 2012

A taxa de desemprego no Brasil alcançou 6,1% no primeiro trimestre de 2026, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa taxa é a menor registrada para um primeiro trimestre desde 2012, quando começou a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua. No entanto, é importante notar que essa taxa é superior à registrada no quarto trimestre de 2025, que foi de 5,1%.

Os dados mostram que, nos três primeiros meses do ano passado, o desemprego havia marcado 7%. A pesquisa do IBGE apurou o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e levou em conta todas as formas de ocupação. De acordo com a coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, Adriana Beringuy, o comportamento do mercado de trabalho no primeiro trimestre foi marcado por características sazonais, como a redução do contingente de trabalhadores em atividades que tipicamente apresentam esse comportamento, como comércio, educação e saúde no setor público municipal.

No mesmo trimestre, o total de ocupados chegou a 102 milhões de pessoas, 1 milhão a menos que no último trimestre de 2025 e 1,5 milhão acima do contingente do primeiro trimestre do ano passado. Além disso, o número de trabalhadores por conta própria ficou estável no trimestre, com 26 milhões de pessoas. Em comparação ao primeiro trimestre de 2025, houve alta de 2,4% (607 mil pessoas a mais) nesse tipo de ocupação.

A taxa de informalidade no Brasil também foi abordada na pesquisa. No trimestre encerrado em março, a taxa de informalidade foi de 37,3% da população ocupada, o que equivale a 38,1 milhões de trabalhadores informais, ou seja, sem direitos trabalhistas garantidos. No fim de 2025, a taxa era de 37,6%, enquanto no primeiro trimestre de 2025 era 38%. O número de empregados com carteira assinada no setor privado ficou em 39,2 milhões, sem variações significativas no trimestre, mas subindo 1,3% (504 mil pessoas a mais) em um ano.

O contingente de trabalhadores sem carteira no setor privado teve retração de 2,1% (menos 285 mil pessoas) no trimestre, chegando a 13,3 milhões. Em um ano, houve estabilidade, isto é, sem mudança estatística significativa. A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo. Pelos critérios do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa.
Marcadores: Economia, Empregos, Desemprego, IBGE, PNAD

Aviso: Este conteúdo foi gerado com auxílio de inteligência artificial de forma automatizada e eventualmente poderá apresentar algum tipo de inconsistência ou erro.

Trata-se de uma programação experimental de Inteligência Artificial que gera conteúdo através de fontes livres e fidedignas, mas eventualmente falhas poderão ocorrer. Caso o conteúdo encontrado contenha material autoral não autorizado ou de uso comercial na republicação, nos sinalize para a remoção.

Encontrou um erro ou material não autorizado? Informe-nos aqui.

As matérias apresentadas abaixo são fornecidas por DINO - Divulgador de Notícias.