Trump reage com fúria a pergunta sobre atirador: "Eu não sou um pedófilo"
Presidente americano se irrita em entrevista ao '60 Minutes' ao ser confrontado com acusações de atirador Cole Tomas Allen em manifesto.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, demonstrou grande irritação durante uma entrevista exibida neste domingo (26) no programa '60 Minutes', da rede CBS. O chefe de estado americano reagiu de forma explosiva ao ser questionado sobre as acusações contidas no manifesto de Cole Tomas Allen, o atirador de 31 anos responsável pela tentativa de ataque na noite de sábado (25).
A entrevistadora da CBS confrontou Trump com trechos do documento, que incluíam a frase: “Não estou mais disposto a permitir que um pedófilo, estuprador e traidor manche minhas mãos com seus crimes”. A reação do presidente foi imediata e em tom elevado: “Eu estava esperando você ler isso, porque eu sabia que você leria, porque vocês são pessoas horríveis, pessoas horríveis.”
Trump confirmou a autenticidade do texto, que já circulava online: “Sim, ele escreveu isso.” Contudo, negou veementemente as acusações: “Eu não sou um estuprador. Eu não estuprei ninguém. Eu não sou um pedófilo.” O presidente tentou desviar a atenção, associando a jornalista aos democratas e ao caso Jeffrey Epstein, ao mencionar “seus amigos do outro lado do campo”.
O manifesto de Allen, divulgado por veículos e páginas na internet, pedia desculpas à família e amigos, reforçava sua cidadania americana e listava possíveis alvos, incluindo membros do alto escalão da Casa Branca. O texto reiterava as acusações, mencionando que a maioria das pessoas que assistia ao discurso era “cúmplice” por escolher ver “um pedófilo, estuprador e traidor”. O incidente reacende o debate sobre a segurança e a polarização política no país.
A entrevistadora da CBS confrontou Trump com trechos do documento, que incluíam a frase: “Não estou mais disposto a permitir que um pedófilo, estuprador e traidor manche minhas mãos com seus crimes”. A reação do presidente foi imediata e em tom elevado: “Eu estava esperando você ler isso, porque eu sabia que você leria, porque vocês são pessoas horríveis, pessoas horríveis.”
Trump confirmou a autenticidade do texto, que já circulava online: “Sim, ele escreveu isso.” Contudo, negou veementemente as acusações: “Eu não sou um estuprador. Eu não estuprei ninguém. Eu não sou um pedófilo.” O presidente tentou desviar a atenção, associando a jornalista aos democratas e ao caso Jeffrey Epstein, ao mencionar “seus amigos do outro lado do campo”.
O manifesto de Allen, divulgado por veículos e páginas na internet, pedia desculpas à família e amigos, reforçava sua cidadania americana e listava possíveis alvos, incluindo membros do alto escalão da Casa Branca. O texto reiterava as acusações, mencionando que a maioria das pessoas que assistia ao discurso era “cúmplice” por escolher ver “um pedófilo, estuprador e traidor”. O incidente reacende o debate sobre a segurança e a polarização política no país.
Marcadores: Donald Trump, Estados Unidos, Ataque, Política, Violência
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