Homem é indiciado por matar cadela a pauladas em Macapá
Um homem foi indiciado pela Polícia Civil do Amapá por matar uma cadela conhecida como Baronesa no bairro Pedrinhas, em Macapá, após um ataque violento com um pedaço de madeira
Um homem foi indiciado pela Polícia Civil do Amapá por matar uma cadela conhecida como Baronesa no bairro Pedrinhas, em Macapá. O crime aconteceu em 23 de abril de 2026, quando o animal foi atingido na cabeça com um pedaço de madeira e não resistiu aos ferimentos.
A investigação foi conduzida pela delegada Lívia Pontes, da 5ª Delegacia da Capital, e concluiu que o suspeito agiu com crueldade e desproporção. Segundo testemunhas, a cadela era dócil e havia sido adotada por moradoras da região. No dia do crime, ela teria se aproximado do suspeito de forma amigável, quando foi agredida violentamente.
Durante interrogatório, o homem confessou a agressão, mas alegou que reagiu a uma suposta tentativa de ataque. A versão, no entanto, não foi confirmada pelas provas. A delegada Lívia Pontes afirmou que a reação do suspeito foi manifestamente desproporcional e cruel, e que ele extrapolou qualquer limite aceitável de reação, revelando inequívoco desprezo pela integridade física e pela vida do animal.
O inquérito foi encaminhado ao Judiciário para as providências. A Polícia Civil reforçou que denúncias de maus-tratos podem ser feitas em qualquer delegacia. O caso chama a atenção para a importância de denunciar atos de crueldade contra animais e de proteger esses seres vivos que não têm voz para se defender.
A investigação foi conduzida pela delegada Lívia Pontes, da 5ª Delegacia da Capital, e concluiu que o suspeito agiu com crueldade e desproporção. Segundo testemunhas, a cadela era dócil e havia sido adotada por moradoras da região. No dia do crime, ela teria se aproximado do suspeito de forma amigável, quando foi agredida violentamente.
Durante interrogatório, o homem confessou a agressão, mas alegou que reagiu a uma suposta tentativa de ataque. A versão, no entanto, não foi confirmada pelas provas. A delegada Lívia Pontes afirmou que a reação do suspeito foi manifestamente desproporcional e cruel, e que ele extrapolou qualquer limite aceitável de reação, revelando inequívoco desprezo pela integridade física e pela vida do animal.
O inquérito foi encaminhado ao Judiciário para as providências. A Polícia Civil reforçou que denúncias de maus-tratos podem ser feitas em qualquer delegacia. O caso chama a atenção para a importância de denunciar atos de crueldade contra animais e de proteger esses seres vivos que não têm voz para se defender.
Marcadores: Polícia, Violência, Justiça, Animais, Maus-tratos
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