Justiça Eleitoral Cassa Prefeita e Vice de Cachoeirinha por Abuso de Poder Político
Decisão da Justiça Eleitoral pode levar a nova eleição suplementar no município de Cachoeirinha, no Rio Grande do Sul
A Justiça Eleitoral cassou os mandatos da prefeita de Cachoeirinha, Jussara Caçapava, do partido Avante, e do vice-prefeito, Luis Carlos Azevedo da Rosa, conhecido como 'Mano', do PL. A decisão foi proferida no sábado, 16 de maio de 2026, pela juíza eleitoral Suélen Caetano de Oliveira, que apontou abuso de poder político por parte da chapa vencedora da eleição suplementar realizada em abril deste ano.
Jussara e Mano haviam sido eleitos com 22.595 votos, o equivalente a 43,39% dos votos válidos. O município registrou 58.173 votos totais no pleito, incluindo 3.479 votos brancos, correspondentes a 5,98%, e 2.617 votos nulos, o que representa 4,50%. A eleição suplementar ocorreu em decorrência do impeachment do então prefeito Cristian Wasem, do MDB.
A cassação decorre de irregularidades ligadas ao uso político da estrutura pública durante a campanha. O caso ainda poderá ser analisado em instâncias superiores da Justiça Eleitoral. Se a decisão for mantida pelo Tribunal Superior Eleitoral, o município deverá passar por uma nova eleição suplementar para definir o prefeito e o vice, que comandarão a cidade até 31 de dezembro de 2028.
A defesa da prefeita e do vice afirmou ter recebido a sentença 'com surpresa', sobretudo porque os fatos mencionados 'estariam relacionados a dois vídeos anteriores ao próprio processo eleitoral'. Os advogados também declararam que vão recorrer. 'Respeitamos o Ministério Público, o Poder Judiciário e todas as instituições democráticas, razão pela qual adotaremos as medidas legais cabíveis nas instâncias superiores', diz o texto.
A nota ainda afirma que a cidade volta a enfrentar um cenário de 'instabilidade política e institucional'. Segundo a defesa, a administração municipal seguirá funcionando normalmente, 'com responsabilidade, serenidade e compromisso com a população'.
Jussara e Mano haviam sido eleitos com 22.595 votos, o equivalente a 43,39% dos votos válidos. O município registrou 58.173 votos totais no pleito, incluindo 3.479 votos brancos, correspondentes a 5,98%, e 2.617 votos nulos, o que representa 4,50%. A eleição suplementar ocorreu em decorrência do impeachment do então prefeito Cristian Wasem, do MDB.
A cassação decorre de irregularidades ligadas ao uso político da estrutura pública durante a campanha. O caso ainda poderá ser analisado em instâncias superiores da Justiça Eleitoral. Se a decisão for mantida pelo Tribunal Superior Eleitoral, o município deverá passar por uma nova eleição suplementar para definir o prefeito e o vice, que comandarão a cidade até 31 de dezembro de 2028.
A defesa da prefeita e do vice afirmou ter recebido a sentença 'com surpresa', sobretudo porque os fatos mencionados 'estariam relacionados a dois vídeos anteriores ao próprio processo eleitoral'. Os advogados também declararam que vão recorrer. 'Respeitamos o Ministério Público, o Poder Judiciário e todas as instituições democráticas, razão pela qual adotaremos as medidas legais cabíveis nas instâncias superiores', diz o texto.
A nota ainda afirma que a cidade volta a enfrentar um cenário de 'instabilidade política e institucional'. Segundo a defesa, a administração municipal seguirá funcionando normalmente, 'com responsabilidade, serenidade e compromisso com a população'.
Marcadores: Política, Justiça, Brasil
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