Chilena considerada desaparecida durante ditadura de Pinochet é encontrada viva na Argentina
Bernarda Rosalba Vera Contardo, de 80 anos, foi localizada após cinco décadas e confirmou sua identidade por meio de exame de DNA
A chilena Bernarda Rosalba Vera Contardo, considerada desaparecida durante a ditadura de Augusto Pinochet, foi encontrada viva na Argentina. Ela estava desaparecida desde 1973, quando tinha 27 anos, e foi localizada recentemente por uma equipe de jornalistas da Chilevisión.
De acordo com o relatório pericial de DNA, a probabilidade de identificação de Bernarda Vera é de mais de 99,9999%. O exame foi realizado a pedido do ministro extraordinário chileno para causas relacionadas aos direitos humanos, Álvaro Mesa Latorre. A equipe de jornalistas da Chilevisión encontrou Bernarda Vera em um balneário de Miramar, ao sul da capital argentina, em meados do ano passado.
A história de Bernarda Vera começou a ser reconstituída após a equipe de jornalistas da Chilevisión encontrar um testemunho de um ex-membro do Movimento de Esquerda Revolucionário (MIR), José Manuel Bravo, que afirmou que Bernarda Vera havia escapado dos militares em outubro de 1973 e fugido para as montanhas. Segundo Bravo, Bernarda Vera teria sido ajudada por um membro do MIR, o sueco Svante Grände, a escapar clandestinamente do Chile para a Argentina.
Depois de passar um período na Argentina, Bernarda Vera teria viajado para a Suécia, onde recebeu seu primeiro visto e autorização de residência em 1978. Ela construiu uma vida na Suécia, teve mais dois filhos e obteve a cidadania sueca em 1984. No final da década de 1990, ela retornou à Argentina, onde vive atualmente.
A filha de Bernarda Vera, que tinha apenas cinco anos em 1973, foi informada sobre a localização de sua mãe e teria manifestado incredulidade. A presidente da associação de Prisioneiros Desaparecidos e Executados Políticos de Valdivia, Ida Sepúlveda, que era próxima de Bernarda Vera, também foi informada sobre a localização de sua amiga e teria manifestado confusão e incredulidade.
A localização de Bernarda Vera levanta questionamentos sobre a versão oficial de sua desaparição e execução. O Relatório Rettig, publicado em 1991, incluiu Bernarda Vera como uma das 1.469 vítimas de desaparecimento forçado no Chile. No entanto, o relatório pericial de DNA confirmou que Bernarda Vera está viva e que sua identidade foi confirmada com mais de 99,9999% de probabilidade.
De acordo com o relatório pericial de DNA, a probabilidade de identificação de Bernarda Vera é de mais de 99,9999%. O exame foi realizado a pedido do ministro extraordinário chileno para causas relacionadas aos direitos humanos, Álvaro Mesa Latorre. A equipe de jornalistas da Chilevisión encontrou Bernarda Vera em um balneário de Miramar, ao sul da capital argentina, em meados do ano passado.
A história de Bernarda Vera começou a ser reconstituída após a equipe de jornalistas da Chilevisión encontrar um testemunho de um ex-membro do Movimento de Esquerda Revolucionário (MIR), José Manuel Bravo, que afirmou que Bernarda Vera havia escapado dos militares em outubro de 1973 e fugido para as montanhas. Segundo Bravo, Bernarda Vera teria sido ajudada por um membro do MIR, o sueco Svante Grände, a escapar clandestinamente do Chile para a Argentina.
Depois de passar um período na Argentina, Bernarda Vera teria viajado para a Suécia, onde recebeu seu primeiro visto e autorização de residência em 1978. Ela construiu uma vida na Suécia, teve mais dois filhos e obteve a cidadania sueca em 1984. No final da década de 1990, ela retornou à Argentina, onde vive atualmente.
A filha de Bernarda Vera, que tinha apenas cinco anos em 1973, foi informada sobre a localização de sua mãe e teria manifestado incredulidade. A presidente da associação de Prisioneiros Desaparecidos e Executados Políticos de Valdivia, Ida Sepúlveda, que era próxima de Bernarda Vera, também foi informada sobre a localização de sua amiga e teria manifestado confusão e incredulidade.
A localização de Bernarda Vera levanta questionamentos sobre a versão oficial de sua desaparição e execução. O Relatório Rettig, publicado em 1991, incluiu Bernarda Vera como uma das 1.469 vítimas de desaparecimento forçado no Chile. No entanto, o relatório pericial de DNA confirmou que Bernarda Vera está viva e que sua identidade foi confirmada com mais de 99,9999% de probabilidade.
Marcadores: Mundo, Justiça, Política
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