Lula e Bolsonaro inauguram campanhas em São Paulo e RJ, com pautas de segurança e economia
Candidatos prometem reduzir inflação e combater crime, enquanto Lula reforça legado e Bolsonaro critica juros elevados.
Em domingo (16), os principais candidatos à presidência da República iniciaram suas campanhas em diferentes regiões do Brasil, marcando o início da disputa eleitoral 2026. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu seu ato em São Bernardo do Campo, SP, no estádio 1º de Maio, reforçando sua proposta de soberania e direitos sociais. "Enquanto for vivo, não permitir que uma direita responsável pela morte de crianças e de 400 mil pessoas sem vacina volte", afirmou, destacando a preocupação com a segurança pública e a saúde.
Flávio Bolsonaro (PL), candidato a presidente, também marcou presença na Praia de Copacabana, RJ, usando camiseta com "Meu Partido é o Brasil" e prometendo indicar novos ministros do STF, incluindo mulheres. O candidato do PL enfatizou a necessidade de classificar milícias como "terroristas" e reduzir a idade penal para combater o crime organizado.
Em Goiás, Ronaldo Caiado (PSD) percorreu municípios como Águas Lindas e Luziânia, defendendo que seu governo em Goiás trouxe melhorias na educação e na saúde. O ex-governador afirmou não apoiar Lula no segundo turno caso não seja eleito.
Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão) também realizaram eventos em Minas Gerais e São Paulo, com foco em combate à corrupção e empreendedorismo. Zema criticou o governo Lula, enquanto Santos destacou propostas de segurança e redução do assistencialismo.
Augusto Cury (Avante) e Hertz Dias (PSTU) seguiram o mesmo ritmo, com promessas de escuta popular e políticas de saúde. A campanha ocorre até 3 de outubro, com comícios permitidos até meia-noite.
As pautas da segurança pública e da economia — incluindo a alta da Selic a 14% — dominam os discursos, com candidatos propondo medidas como "tesouraço" fiscal e cortes de gastos.
Flávio Bolsonaro (PL), candidato a presidente, também marcou presença na Praia de Copacabana, RJ, usando camiseta com "Meu Partido é o Brasil" e prometendo indicar novos ministros do STF, incluindo mulheres. O candidato do PL enfatizou a necessidade de classificar milícias como "terroristas" e reduzir a idade penal para combater o crime organizado.
Em Goiás, Ronaldo Caiado (PSD) percorreu municípios como Águas Lindas e Luziânia, defendendo que seu governo em Goiás trouxe melhorias na educação e na saúde. O ex-governador afirmou não apoiar Lula no segundo turno caso não seja eleito.
Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão) também realizaram eventos em Minas Gerais e São Paulo, com foco em combate à corrupção e empreendedorismo. Zema criticou o governo Lula, enquanto Santos destacou propostas de segurança e redução do assistencialismo.
Augusto Cury (Avante) e Hertz Dias (PSTU) seguiram o mesmo ritmo, com promessas de escuta popular e políticas de saúde. A campanha ocorre até 3 de outubro, com comícios permitidos até meia-noite.
As pautas da segurança pública e da economia — incluindo a alta da Selic a 14% — dominam os discursos, com candidatos propondo medidas como "tesouraço" fiscal e cortes de gastos.
Marcadores: Política, Brasil, Eleições, Segurança Pública, Economia
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