Plano de Flávio Bolsonaro Prevê Cortes Equivalentes a 1,5% do PIB
Daniella Marques, Integrante da Equipe Econômica do Plano de Governo de Flávio Bolsonaro, Apresenta Medidas para Reduzir Gastos e Recuperar Credibilidade
O plano de governo de Flávio Bolsonaro para a área econômica prevê cortar gastos equivalentes a 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB), rever o arcabouço fiscal e enxugar a estrutura do governo. De acordo com Daniella Marques, integrante da equipe econômica do plano de governo de Flávio Bolsonaro, o Brasil precisa recuperar a credibilidade antes de qualquer corte.
Em entrevista, Daniella Marques apresentou as quatro etapas do plano: criar um Conselho Superior de Governança Fiscal; rever o arcabouço para controlar a trajetória da dívida em relação ao PIB; promover o corte de 1,5%; e realizar um “choque de gestão”, com redução e modernização da estrutura administrativa. Ela citou a securitização da dívida ativa, a criação de um fundo imobiliário com imóveis da União, a antecipação de royalties, a revisão das estatais dependentes e a ampliação de concessões e parcerias público-privadas como medidas para alcançar o corte.
Daniella Marques estimou que a securitização poderia gerar de R$ 200 bilhões a R$ 400 bilhões. Ela também defendeu a exploração econômica de parte dos mais de 700 mil imóveis que pertencem à União. A criação de um fundo imobiliário para monetizar parte desses ativos foi apresentada como uma das medidas para alcançar o corte de 1,5% do PIB. Além disso, a revisão das estatais dependentes, como os Correios, que fecharam 2025 com prejuízo de R$ 8,5 bilhões, foi citada como uma das medidas necessárias para recuperar a credibilidade do governo.
Daniella Marques não detalhou quanto cada medida contribuiria para o corte de 1,5% do PIB nem quais despesas permanentes seriam reduzidas. Ela é cotada para ser vice na chapa de Flávio Bolsonaro, mas disse ser “uma honra ter o nome lembrado” e que o candidato ainda não definiu quem estará na vice dele.
Em entrevista, Daniella Marques apresentou as quatro etapas do plano: criar um Conselho Superior de Governança Fiscal; rever o arcabouço para controlar a trajetória da dívida em relação ao PIB; promover o corte de 1,5%; e realizar um “choque de gestão”, com redução e modernização da estrutura administrativa. Ela citou a securitização da dívida ativa, a criação de um fundo imobiliário com imóveis da União, a antecipação de royalties, a revisão das estatais dependentes e a ampliação de concessões e parcerias público-privadas como medidas para alcançar o corte.
Daniella Marques estimou que a securitização poderia gerar de R$ 200 bilhões a R$ 400 bilhões. Ela também defendeu a exploração econômica de parte dos mais de 700 mil imóveis que pertencem à União. A criação de um fundo imobiliário para monetizar parte desses ativos foi apresentada como uma das medidas para alcançar o corte de 1,5% do PIB. Além disso, a revisão das estatais dependentes, como os Correios, que fecharam 2025 com prejuízo de R$ 8,5 bilhões, foi citada como uma das medidas necessárias para recuperar a credibilidade do governo.
Daniella Marques não detalhou quanto cada medida contribuiria para o corte de 1,5% do PIB nem quais despesas permanentes seriam reduzidas. Ela é cotada para ser vice na chapa de Flávio Bolsonaro, mas disse ser “uma honra ter o nome lembrado” e que o candidato ainda não definiu quem estará na vice dele.
Marcadores: Política, Economia, Finanças, Governo, Corte de Gastos
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