Justiça do Trabalho nega pedido de Diego Torres para rescindir contrato com o Guarani
Meia argentino buscava a rescisão indireta alegando atrasos salariais e falta de pagamentos de direitos trabalhistas.
A Justiça do Trabalho negou o pedido liminar do meia argentino Diego Torres para rescindir seu contrato com o Guarani. A decisão, proferida em 25 de setembro pelo juiz Fabio Trifiatis Vitale, da 12ª Vara do Trabalho de Campinas, entendeu que não houve comprovação clara de descumprimento contratual que justificasse a rescisão imediata do vínculo, que permanece vigente até 30 de novembro de 2026.
Na ação protocolada em 5 de setembro, o atleta cobra um montante total de R$ 1.620.234,97 do clube. O valor engloba salários atrasados referentes a julho e agosto de 2026, auxílio-moradia, direitos de imagem, luvas, 13º salário, férias, FGTS, além de multas da CLT e honorários advocatícios. O Guarani, representado pelo advogado João Chiminazzo, contestou as alegações do jogador.
Atualmente fora dos planos da comissão técnica, Diego Torres não entra em campo desde 17 de maio. A defesa do atleta, composta pelos advogados Filipe Rino e Thiago Rino, informou que pretende recorrer da decisão por meio de um mandado de segurança. Uma audiência de conciliação entre as partes foi agendada pelo tribunal para o dia 27 de abril de 2027.
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