Morgan Stanley eleva recomendação da Dasa e reduz projeção para Hapvida
Banco revisa setor de saúde após resultados do 2º trimestre; Dasa ganha recomendação de compra, enquanto Hapvida sofre com custos judiciais.
O Morgan Stanley revisou sua cobertura do setor de saúde na América Latina, elevando a recomendação da Dasa (DASA3) de neutra para compra, com o preço-alvo ajustado de R$ 3,00 para R$ 4,80. A mudança reflete a melhora na geração de caixa e a maior visibilidade no processo de desalavancagem da companhia, que projeta reduzir sua alavancagem de 3 vezes a dívida líquida/Ebitda em 2026 para 2 vezes em 2028.
Em contrapartida, a Hapvida (HAPV3) teve sua projeção reduzida de R$ 11 para R$ 8 por ação. Segundo os analistas, embora a revisão da carteira de beneficiários deva melhorar a sinistralidade, os elevados custos judiciais e provisões continuam a pressionar os resultados operacionais, retardando a recuperação financeira da operadora. O banco manteve a recomendação neutra para o papel.
A instituição também atualizou os preços-alvo de outras empresas do setor: RD Saúde (RADL3) subiu para R$ 27,50, Hypera (HYPE3) para R$ 32,50, Fleury (FLRY3) para R$ 23,20 e Blau Farmacêutica (BLAU3) para R$ 11,50. A Raia Drogasil permanece como a principal aposta do banco no varejo farmacêutico, destacada pela forte execução operacional e exposição ao mercado de medicamentos para obesidade e diabetes.
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