El Niño causa ausência inédita de furacões no Atlântico em setembro
Pela primeira vez em mais de três décadas, o mês de setembro encerrou sem o registro de nenhum furacão na bacia do Atlântico.
O mês de setembro de 2026 terminou com um marco meteorológico incomum: a ausência total de furacões no Oceano Atlântico. O fenômeno não era registrado há mais de três décadas, interrompendo uma sequência histórica de atividade ciclônica que costuma ser intensa durante este período do ano.
De acordo com dados da MetSul Meteorologia, a inatividade severa está diretamente ligada à influência do El Niño. O padrão climático atual tem exercido um papel determinante na temporada de tempestades de 2026, alterando as condições atmosféricas necessárias para a formação e o desenvolvimento de furacões na região.
“O Atlântico terminou setembro sem registrar sequer um furacão, algo que não acontecia havia mais de três décadas e que escancara a influência extraordinária do El Niño sobre a temporada de tempestades de 2026.”
A ausência de sistemas ciclônicos de grande porte durante o pico da temporada é um indicador da magnitude das mudanças climáticas provocadas pelo fenômeno. Meteorologistas seguem monitorando as condições do Atlântico para avaliar se o comportamento atípico persistirá ao longo dos próximos meses de 2026.
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