Tecnologia brasileira em máquinas gera economia de até R$ 2,5 milhões por indústria de médio porte

Tractian, empresa desenvolvedora de tecnologia para manutenção industrial, oferece produto presente em mais de 100 empresas no mundo.


Um dos maiores desafios das indústrias em todo o mundo é conseguir otimizar seus processos com qualidade, principalmente quando o assunto se trata da manutenção de seus equipamentos. A busca por melhorias neste cenário é pautada pela inovação, principalmente quando se fala do sistema preditivo da Tractian , empresa que oferece um dos mais modernos sistemas de monitoramento industrial do mercado.

Fundada em 2019, a Tractian desenvolve sensores de monitoramento online para as rotinas de trabalho nas mais diversas áreas, oferecendo um sistema completo para a gestão de ativos para empresas líderes de seus setores no mercado. Com mais de 100 clientes e milhares de sensores instalados em indústrias e empresas das Américas, África e Europa, eles têm conseguido ajudar grandes companhias a cuidar da qualidade de suas máquinas com manutenção preditiva, gerando uma economia de até 30% nos gastos em manutenção.

A ideia da criação de um sistema preditivo completo foi construída em mais de 2 anos de pesquisa e desenvolvimento, que envolve hardware e software próprios. "Um dos nossos principais pontos de destaque foi que, no começo, começamos a focar na persona interessada em nosso produto, levando muito em conta as necessidades que ouvíamos de nossos pais, que sempre trabalharam com manutenção na indústria", declara o co-CEO da empresa, Igor Marinelli, pontuando que, inicialmente, o conceito do projeto foi visto como algo ousado.

Desde que entrou no mercado, a Tractian já ajudou empresas dos ramos alimentício, aeronáutico, ferroviário, mineração e eletrodoméstico a economizarem valores na casa de milhões de reais. Isso tudo porque a tecnologia criada por eles ajuda as companhias a detectarem as possíveis falhas de seus equipamentos e auxilia as equipes a executarem ações antes mesmo que essas falhas aconteçam.

"Se estimarmos que, anualmente, uma máquina consome R﹩ 25 mil em reparos e trocas de peças, em uma planta de médio porte com 100 equipamentos monitorados por nossos sensores, você terá uma economia de R﹩ 2,5 milhões", aponta o co-CEO.

As indústrias que adotaram a solução da startup também apontam resultados positivos no que diz respeito ao tempo de vida útil dos equipamentos. "Uma vez que nossos sensores conseguem prever falhas, as equipes de manutenção agem para evitar que tais problemas aconteçam, e isso impacta diretamente na vida útil do ativo. Observamos casos em que o tempo de vida de um equipamento aumentou em 55%", explica Marinelli.

De acordo com outro co-CEO da empresa, Gabriel Lameirinhas, a solução da startup não envolve apenas o hardware, que permite ao cliente o primeiro acesso ao produto da empresa. "Nosso objetivo não é virar uma empresa de consultoria de manutenção. Pensamos em criar algo que fosse de fácil manuseio e entendimento, em que o cliente pudesse acessar logo ao receber o produto. A indústria precisa trabalhar e o nosso objetivo é acelerar todos os processos para que eles possam continuar crescendo", pontua.

Apesar de atender às principais empresas do mercado brasileiro e internacional, a Tractian tem como objetivo democratizar o acesso do sistema de monitoramento online para pequenas e médias indústrias. "Nossa solução atende a todo o tamanho de indústria", esclarece Marinelli, acrescentando que os sensores da Tractian podem ser usados em compressores, motores elétricos, ventiladores, moto bombas, turbinas, mancais, chillers, além de 30 outras categorias de máquinas.

"Hoje em dia, manutenção preditiva é, de certa forma, um luxo para empresas que querem evitar imprevistos e dores de cabeça causadas por panes em máquinas. Num futuro não tão distante, será uma questão de vantagem competitiva. A previsibilidade será a chave do mundo cada vez mais digital e a tecnologia da Tractian é a principal parceira para ajudar empresas nacionais e internacionais neste sentido", conclui Marinelli.



Matéria: NR7
Imagem: Divulgação
    
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