EUA aceitam consultas na OMC, mas não dão sinal de retomar negociação de tarifas com Brasil
Avaliação da equipe do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é que a sinalização dos Estados Unidos para negociar tarifas impostas ao Brasil foi positiva, mas não significa retomada de negociações a curto prazo
A equipe do presidente Luiz Inácio Lula da Silva avalia que a sinalização dos Estados Unidos para negociar tarifas impostas ao Brasil no âmbito da Organização Mundial de Comércio (OMC) foi positiva, mas isso não significa que eles estão interessados em negociar mudanças no tarifaço a curto prazo.
O escritório de representação comercial dos EUA (USTR) aplicou tarifas de 25% por supostas práticas desleais de comércio por parte do Brasil. Em seguida, aumentou as tarifas em 12,5% pela suposta importação de produtos de países que utilizariam mão-de-obra forçada.
Após a imposição das novas tarifas, o governo americano não respondeu aos pedidos brasileiros de retomadas de negociações. No entanto, recentemente, os EUA responderam ao Brasil na OMC e disseram que estão 'à disposição' para discutir o tarifaço.
Enquanto isso, Lula busca marcar uma conversa com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para tratar do assunto. Ele deve discutir o tema nesta terça-feira (11) em agenda com o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. Outro tema a ser discutido será a crise com o governo argentino, que levou o Brasil a rebaixar as relações diplomáticas com o país vizinho a nível de encarregado de negócios.
Lula espera conseguir, mais uma vez, uma conversa com Trump para tentar paralisar ou diminuir a influência da ala ideológica do governo americano, comandada pelo secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, que tem sido o responsável por adotar medidas contra o Brasil. Em reação, o governo brasileiro decidiu só conceder o agrément (autorização para atuar no Brasil) ao novo embaixador dos EUA em Brasília, Daniel Perez, após as eleições.
O escritório de representação comercial dos EUA (USTR) aplicou tarifas de 25% por supostas práticas desleais de comércio por parte do Brasil. Em seguida, aumentou as tarifas em 12,5% pela suposta importação de produtos de países que utilizariam mão-de-obra forçada.
Após a imposição das novas tarifas, o governo americano não respondeu aos pedidos brasileiros de retomadas de negociações. No entanto, recentemente, os EUA responderam ao Brasil na OMC e disseram que estão 'à disposição' para discutir o tarifaço.
Enquanto isso, Lula busca marcar uma conversa com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para tratar do assunto. Ele deve discutir o tema nesta terça-feira (11) em agenda com o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. Outro tema a ser discutido será a crise com o governo argentino, que levou o Brasil a rebaixar as relações diplomáticas com o país vizinho a nível de encarregado de negócios.
Lula espera conseguir, mais uma vez, uma conversa com Trump para tentar paralisar ou diminuir a influência da ala ideológica do governo americano, comandada pelo secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, que tem sido o responsável por adotar medidas contra o Brasil. Em reação, o governo brasileiro decidiu só conceder o agrément (autorização para atuar no Brasil) ao novo embaixador dos EUA em Brasília, Daniel Perez, após as eleições.
Marcadores: Política, Economia, Relações Internacionais, Tarifas, OMC
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