Justiça condena morador do Pará por venda de vídeos de tortura e morte de animais

Réu recebeu pena de quatro anos e cinco meses de reclusão após confessar crimes contra 32 animais em rede internacional.

Imagem da notícia
Imagem: Reprodução - g1

A Justiça Federal condenou, nesta terça-feira (1º), uma pessoa no Pará pela produção e comercialização de vídeos contendo cenas de tortura, abuso e morte de animais. O esquema, desarticulado pela Polícia Federal na Operação Bestia em novembro de 2025, envolvia uma rede internacional que utilizava plataformas digitais e aplicativos de mensagens para vender o conteúdo sob encomenda.

A sentença estabeleceu a pena de quatro anos e cinco meses de reclusão, além de multa e a proibição de manter a guarda de animais. O condenado também deverá pagar R$ 10 mil por danos morais coletivos, destinados a ações de proteção animal. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), foram vítimas de crueldade 32 animais, incluindo 11 gatos, dois coelhos, uma galinha e 18 filhotes de aves.

Durante o processo, o réu confessou os crimes, o que foi corroborado por provas periciais e financeiras que rastrearam pagamentos em moedas estrangeiras. Como o acusado já cumpria prisão preventiva desde novembro do ano passado, a Justiça determinou a progressão para o regime aberto, com uso de tornozeleira eletrônica e medidas cautelares, como a proibição de contato com um segundo envolvido, que permanece foragido.

Marcadores: Polícia Federal, Pará, Maus-tratos a animais, Justiça Federal, Operação Bestia

Aviso: Este conteúdo foi gerado com auxílio de inteligência artificial de forma automatizada e eventualmente poderá apresentar algum tipo de inconsistência ou erro.

Trata-se de uma programação experimental de Inteligência Artificial que gera conteúdo através de fontes livres e fidedignas, mas eventualmente falhas poderão ocorrer. Caso o conteúdo encontrado contenha material autoral não autorizado ou de uso comercial na republicação, nos sinalize para a remoção.

Encontrou um erro ou material não autorizado? Informe-nos aqui.

As matérias apresentadas abaixo são fornecidas por DINO - Divulgador de Notícias.