Presidenciáveis intensificam agenda de campanha com foco em críticas ao STF e propostas sociais

Candidatos cumpriram atos pelo país neste fim de semana; Lula criticou vazamentos de sigilo e Flávio Bolsonaro defendeu pautas conservadoras.

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Imagem: Reprodução - Agência de Notícias

A agenda dos candidatos à Presidência da República neste fim de semana, 12 e 13 de setembro de 2026, foi marcada por caminhadas, reuniões e gravações de programas eleitorais. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em ato em Curitiba no sábado (12), voltou a criticar o Supremo Tribunal Federal (STF) por vazamentos seletivos de investigações e defendeu a transparência total nos processos envolvendo o Banco Master. O petista também destacou o combate a fraudes no INSS, afirmando que o governo recuperou R$ 6 bilhões em patrimônio de quadrilhas, dos quais R$ 3,5 bilhões foram devolvidos aos aposentados.

Já o candidato Flávio Bolsonaro (PL) percorreu cidades do Rio de Janeiro no sábado, defendendo propostas como a redução da maioridade penal, a castração química para condenados por estupro e a flexibilização de regras ambientais para fomentar o turismo. O candidato do PL também prometeu indicar ao STF nomes alinhados a pautas conservadoras. No entanto, sua agenda de domingo (13) no interior de São Paulo foi cancelada devido às fortes chuvas na região. Enquanto isso, o candidato Augusto Cury (Avante) cumpriu agenda em São Paulo, apresentando-se como uma alternativa à "velha política" e defendendo medidas para famílias endividadas.

“Eu pedi pra liberar todo o processo, vamos deixar nu pra saber quem é que está por trás disso”, afirmou o presidente Lula sobre as investigações do Banco Master.

Outros presidenciáveis tiveram agendas distintas ou restritas. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), recebeu alta hospitalar neste domingo (13) após internação por pneumonia no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo. Candidatos como Clariana Barão (DC), Hertz Dias (PSTU), Edmilson Costa (PCB), Renan Santos (Missão), Rui Costa Pimenta (PCO) e Romeu Zema (Novo) não registraram compromissos públicos de campanha no período, enquanto Wilson Grassi (Democrata) realizou reunião interna com sua equipe de planejamento em São Paulo.

Marcadores: Política, Eleições 2026, Lula, Flávio Bolsonaro, Campanha Eleitoral

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