PF e PGR investigam suposta rede de exploração sexual envolvendo banqueiro do Master
Investigação apura denúncias de favorecimento à prostituição e atuação de intermediários em esquema de aliciamento.
A Polícia Federal (PF) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) avançam em uma investigação que apura a existência de uma suposta rede de exploração sexual envolvendo o banqueiro do Banco Master. O inquérito foca em possíveis crimes de favorecimento à prostituição e na atuação de intermediários responsáveis por organizar o esquema.
Os investigadores mapeiam a logística utilizada para o agenciamento de mulheres, com relatos que apontam para uma rotina estruturada de transporte e encontros. Documentos e depoimentos colhidos até o momento buscam confirmar se o banqueiro utilizava sua influência e recursos para manter a rede ativa, configurando possível prática de exploração sexual.
“Voo das kengas é para sair de manhã”, aponta trecho de apuração sobre a logística do esquema investigado pelas autoridades.
A apuração segue em sigilo para não comprometer a coleta de novas provas e a identificação de outros envolvidos na rede de aliciamento. Até o momento, as autoridades não divulgaram detalhes sobre medidas cautelares ou pedidos de prisão, mantendo o foco na consolidação do material probatório que sustenta as denúncias contra o executivo.
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